
O 7 de setembro se aproxima, desta feita estimulando um debate compatível com os tempos estranhos em que vivemos. A poucos anos de nosso bicentenário como nação independente, a soberania tem sido levantada como bandeira para ocultar poderosos interesses, inclusive estrangeiros.
Ou estimular falsos debates que não nos levam às soluções concretas que nosso povo necessita.
A poucos anos de nosso bicentenário como nação independente, a soberania tem sido levantada como bandeira para ocultar poderosos interesses, inclusive estrangeiros.
Ou estimular falsos debates que não nos levam às soluções concretas que nosso povo necessita.
Ao se confundir a justa cooperação internacional com interferência nos interesses nacionais, quase perdemos a oportunidade de uma importante ajuda no combate aos incêndios florestais.
Devemos exercer a soberania na prática, mediante a implementação de políticas públicas em favor de todos os nossos compatriotas, sem qualquer preconceito ou discriminação.
Inclusive temos mantido a cooperação com órgãos federais, como o Exército, mediante ações de monitoramento, treinamento e combate a focos de fogo.
Em momentos de crise, qualquer que seja ela, temos de unir esforços. Não dispersar forças em falsas polêmicas.
A quem interessa esse conflito? Aos empresários e trabalhadores brasileiros, é certo que não.
Nunca é demais lembrar que os interesses de outros países já são defendidos por quem de direito.
Os Estados Unidos, por exemplo, já têm seus objetivos estratégicos defendidos pelo seu governo.
Frisamos esse aspecto porque uma política externa responsável deve respeitar todos os nossos parceiros, refutando posturas agressivas seletivas, que muitas vezes servem para ocultar interesses estratégicos de terceiros.
E temos que sempre lembrar: o verde representa as nossas florestas, que devem ser cuidadas como um grande patrimônio nacional.