
Vítima já dava muitas pistas da depressão nas postagens das redes sociais.
Uma jovem de 29 anos, estilista, empreendedora, colorida, solar e envolvida em causas sociais como a questão indígena na Amazônia.
Essa era Grazielli Martinelli, a mulher que se jogou de um edifício no bairro de Nazaré, em Belém.
No seu perfil do facebook, mostrava que gostava de viajar.
No instagram, com sorriso no rosto indicava disposição e aparente força para o que tinha que enfrentar.
“tem dias que até eu me surpreendo com o brilho do meu olhar e com esse sorriso gigante. É, mais uma vez admito, a cura vem de dentro.
Se sentir em paz é o caminho do tal auto conhecimento. Claro que virão crises e aí? Aí que tá o segredo.
Respirar e observar o que anda acontecendo dentro é a solução pra agir fora…” – escreveu no seu perfil indicando que a busca por conhecer a si própria era o caminho para vencer as crises.
Grazielli sofria de depressão. Essas eram as suas crises que, pela busca do autoconhecimento, ela tentava vencer.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 15 a cada 100 pessoas que sofrem de depressão, decidem pôr fim a própria vida.
Alguns dos sintomas são falta de ânimo para viver, sensibilidade, emoções a flor da pele e distúrbios no sono.
Por se tratar de um problema que se agrava aos poucos, é comum que a doença seja diagnosticada em um quadro já avançado.
E as vezes, não sendo tratada com a devida importância. É justamente esse agravamento que pode levar a pessoa portadora ao suicídio.
E era nas suas redes sociais que ela dava sinais de que poderia tirar sua própria vida.







Fonte : Redação Pará web News