Em Paraíso do Tocantins, Morador dá surra de corrente em funcionário da Energisa que foi cortar sua luz

Um homem foi preso por usar violência para evitar corte de energia elétrica em sua residência na tarde dessa terça-feira (22), em Paraíso do Tocantins.

De acordo com o delegado Elírio Putton, um funcionário da empresa Energisa foi até a residência do autor, localizada no setor Oeste, no intuito de cumprir ordem de suspensão do fornecimento de energia elétrica em virtude do acúmulo de duas faturas em atraso.

Nesse momento, o suspeito afirmou que não permitiria que sua energia fosse cortada, ressaltando que suas contas estavam em dia.

O funcionário pediu que o proprietário do imóvel lhe mostrasse os comprovantes de pagamento.

O indivíduo então retornou para dentro da residência e voltou com um facão e uma corrente.

Ao ver homem armado, o funcionário ainda tentou dialogar, mas o suspeito passou a lhe bater com a corrente.

O funcionário ficou gravemente ferido, com lesões nas costas.

Uma equipe da Polícia Militar chegou até o local logo depois, sendo que o suspeito se trancou dentro de casa e começou a enviar áudios através de redes sociais, rindo e debochando da situação.

Uma equipe de policiais civis da Delegacia de Repressão a Crimes contra Concessionárias de Serviços Públicos (DRCSP) chegou até o local.

E sendo que o delegado Elírio Putton, responsável pelo caso, deu voz de prisão ao homem, que continuava resistindo e trancado dentro de sua residência, se negando a obedecer à ordem da autoridade policial.

Após diversas tentativas de dialogar com o suspeito, os policiais civis e militares, em união de esforços conseguiram entrar na residência, através de uma grade de entrada superior e efetuaram a prisão do suspeito que foi conduzido até a sede da Central de Atendimento da Polícia Civil, em Paraíso onde foi autuado em flagrante pelos crimes acima mencionados.

Após a realização dos procedimentos legais cabíveis, o indivíduo foi recolhido à Casa de Prisão Provisória local, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Portal O norte

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