Ato humanitário! PMs do Maranhão se unem para tirar colega militar de crise depressiva e financeira

Soldada Alexsandra acumulou de 2017 há 2020, um débito com o Banco do Brasil de
47.921,27, decorrente de pagamento de honorários advocatícios, por conta de uma
ação penal movida em desfavor do Coronel Terra.

Ao tomar conhecimento do estado de saúde que se encontra a jovem soldado Alexsandra
Figueredo Alves(26), em um dos leitos do Hospital Nina Rodrigues vitimada de uma forte.

Crise depressiva, que por três vezes a levou a tentativa de suicídio e pela crise financeira
que a militar atravessa, por conta de um processo em desfavor do coronel Terra.

Monstro que a espancou de maneira covarde e impiedosamente durante dois dias inclusive dentro do
Comando Geral da PMMA, no final de maio, início de junho em 2017.

Militares amigos da
soldado se uniram para ajudar a colega PM.

Em um gesto de humanidade, caridade e amizade a colega de farda. Os PMs estão fazendo
uma campanha de doações de qualquer quantia para ajudar a militar sair da crise financeira
com o banco

.

Alexsandra de 2017 há 2020, acumulou um débito de 47 mil reais com o Banco do Brasil,
decorrente de empréstimos para pagar advogado e resposta da justiça que continua cega sem enxergar a brutalidade que foi submetida a
soldado pelo mostro coronel Terra que lhe espancou durante 02 dias.
Aí perguntamos onde está a justiça?

Cadê a Casa a Mulher Brasileira? Cadê a Secretária da
Mulher!

Onde está entidade Direitos Humanos? Cadê o MP? Todos estão calados com
língua enfiada naquele lugar que todo mundo sabe onde é, mas não vou dizer o nome.

A justiça diante deste bárbaro crime de violência contra a mulher, parece ter emprenhado a
Lei Maria da Penha pelos ouvidos aqui em São Luís-MA e nada fez.

Como repórter investigativo, titular deste site de notícias, quero de público parabenizar os
PMs, pela nobre atitude em fazer uma campanha para ajudar a colega militar, que está
passando por momento difícil.

Deixo aqui o meu apelo a todos os PMs do Maranhão independentemente da patente, que
ajudem está jovem soldada sair desta crise depressiva e financeira que o monstro coronel Terra a colocou.

“Em um Estado com governador sério, este monstro Coronel, estaria preso e expulso da
PM, mas como aqui é Maranhão onde um governador comunista dita as leis e bate o
martelo”. Concluem voluntários

Nada acontece”!

https://sjnoticiasma.blogspot.com/2020/02/ato-humanitario-pms-do-maranhao-se-unem.html

Policiais do Ceará são presos por cercar viatura para furar pneus

Os três agentes usavam balaclavas e estavam armados. PMs protestam contra reajuste apresentado pelo governo do Ceará.

Em meio aos protestos que acontecem no Ceará, três policiais militares foram presos por cercar uma viatura para furar pneus na tarde desta terça-feira (18/02/2020) no bairro Antônio Bezerra, nas imediações do 18º Batalhão de Polícia Militar, em Fortaleza.

As informações são do

Diário do Nordeste.

Os agentes estavam usando balaclavas e armados, segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

Patrulhas do Batalhão de Choque foram deslocadas por volta das 15 horas para o Batalhão, no bairro, para impedir a ação de manifestantes – boa parte deles, mulheres de agentes – insatisfeitos com a proposta de reajuste para a categoria.

De acordo com nota, os policiais foram autuados no artigo 149, parágrafo único, do Código Penal Militar (CPM), com pena prevista de 8 a 20 anos, além de ser passível de demissão.

Nesta segunda-feira (17/02/2020), a Justiça do Ceará manteve decisão que permite que agentes de segurança sejam presos por promoverem greves e manifestações no estado.

Entenda
No início de fevereiro, policiais militares, bombeiros e parentes dos servidores se reuniram no entorno da Assembleia Legislativa do Ceará, protestando contra a proposta de reajuste apresentada pelo Governo do Estado.

https://www.metropoles.com/brasil/policiais-do-ceara-sao-presos-por-cercar-viatura-para-furar-pneus

Vídeos: Movimento pacífico contra aumento de passagens nesse momento

Movimento pacífico

Na tarde desta terça-feira (18), os jovens estudantes e demais usuários dos transportes coletivos de São Luís, se fazem presente neste momento na praça Deodoro em São Luís.

Um outro grupo se manifesta no centro histórico e tudo segue na perfeita ordem.

O movimento tem por objetivo sensibilizar o poder Público e a classe empresarial. Contra o abusivo aumento das tarifas.

Levando em consideração o fato dos serviços ofertados serem de péssima qualidade.

Temos declaração de usuário alegando que os ônibus são todos velhos e barulhentos e que os com ar condicionado estão todos com infiltração.

O passageiro precisa fazer o percurso em pé devido as cadeiras ou poltronas estarem encharcadas.

Eles também afirmam que se o serviço prestado realmente fosse de boa qualidade nem reclamariam.

“Além é claro da superlotação, são digamos 45 Passageiros sentados e uns 80 em pé, assim não dá”, disse um jovem do movimento estudantil.

Erro
Este vídeo não existe

Veja no finalzinho da tarde

Erro
Este vídeo não existe

Virginia Petrus

RP 1903/MA

Governo do Maranhão paga salários dos servidores públicos no sábado de carnaval, dia 22

O governador Flávio Dino, anunciou nesta terça-feira (18), através das suas redes sociais, o pagamento dos salários do funcionalismo público estadual relativo ao mês de fevereiro.

A data informada será neste sábado de carnaval, dia 22.

Diga-se de passagem o Governo do Maranhão tem pago o salário do mês sempre dentro do mesmo mês.

https://luiscardoso.com.br/maranhao/2020/02/governo-do-maranhao-paga-salarios-dos-servidores-publicos-no-sabado-de-carnaval-dia-22/

‘O Exército matou meu filho’: Sargento mineiro morre em quartel e mãe desabafa por justiça

“O Exército sempre foi o sonho dele, assistia essas propagandas de convocações para o serviço militar com os olhinhos arregalados.

Eu só quero justiça pelo meu filho, para que nenhuma mãe passe pelo que eu passei. Eles [o Exército] torturaram e mataram o Dudu”.

O desabafo que abre esta reportagem é da professora mineira Conceição Barbosa Torres da Costa, que viu o filho Eduardo Barbosa Torres da Costa, de 23 anos, entrar em depressão, ser espancado e torturado na carreira militar.

Ao BHAZ, a mãe do sargento Costa, o Dudu, pede que os culpados sejam punidos exemplarmente.
A família é de Além Paraíba, na Zona da Mata, mas mora em Juiz de Fora, na mesma região.

Além de Eduardo, Conceição e o marido têm outros dois filhos, um outro de 23 anos e um de 13.

“A nossa vida era complicada, a gente sem emprego, meus filhos passaram uma infância difícil. Às vezes não tínhamos pão para dar, eles tinham que merendar na escola mais de uma vez. Me doía não poder dar o que comer”, conta a mulher.

A mãe da vítima lembra que o filho sempre foi muito inteligente.

“Ele decidiu realizar o sonho de entrar para o Exército, mesmo estudando em colégio público, que não era muito bom. Em 60 mil candidatos, ele passou na posição 214, em 2016. Além de realizar o sonho, ele também queria uma forma de conseguir um dinheiro rápido para nos ajudar em casa. Como a nota dele foi alta, ele conseguiu fazer o básico no quartel de Juiz de Fora”, relata.

O jovem formou no básico em 2018 e decidiu tentar ser paraquedista, no Rio de Janeiro.

“Ele fez o teste e passou, estava muito animado com tudo. Ele chegou no curso, alugou um apartamento para dividir. Um amigo contou para ele sobre as dificuldades do Exército, em relação a hierarquia.

Ele me contou que quem usava o coturno preto era humilhado, só marrom era bom.

O amigo contou que sempre era humilhado pelos colegas, o que sensibilizou o Eduardo”.

O jovem formou no básico em 2018 e decidiu tentar ser paraquedista, no Rio de Janeiro.
“Ele fez o teste e passou, estava muito animado com tudo. Ele chegou no curso, alugou um apartamento para dividir. Um amigo contou para ele sobre as dificuldades do Exército, em relação a hierarquia. Ele me contou que quem usava o coturno preto era humilhado, só marrom era bom. O amigo contou que sempre era humilhado pelos colegas, o que sensibilizou o Eduardo”.

Conceição Barbosa Torres da Costa/Arquivo pessoal

Primeiro trauma

Em um dia de sol forte no Rio de Janeiro, os militares se exercitavam correndo, de farda, em uma pista, por volta das 11h.

“O amigo dele não aguentou, caiu muito cansado e meu filho parou para ajudá-lo.

“O superior dele já ficou com raiva, disse que deveria ter deixado ele lá. Os outros militares começaram a ridicularizar o Dudu, falaram que ele era um fraco, viado, bicha.

E esse amigo morreu três dias depois, por conta do esforço extremo”.

Eduardo sempre contava tudo que ocorria para a mãe, já que eram grandes amigos.

Em janeiro de 2019, ele disse que estava com a perna ruim, e se desligou do curso de paraquedista.

“Achei ele meio triste, diferente, mas achei que era por conta do desligamento mesmo.

Depois disso, ele precisou se apresentar novamente ao Exército, e foi enviado para Joinville (SC).

Ele foi servir na Infantaria e lá que as coisas pioraram muito”, desabafa Conceição.

“O quadro de depressão foi aumentando. Ninguém falava com ele, não tratavam ele bem”.

Um dia ele me ligou e disse:

‘Mãe, eu estou ficando deprimido, estou pensando cada coisa ruim’.

“Meu coração apertou na hora, perguntei se ele queria que eu fosse pra lá, mas ele achou melhor não”.

“Disse para ele ir ao médico do quartel, explicar o que estava sentindo”, continua a mãe de Eduardo.

O filho seguiu o conselho da mãe, procurou o médico e contou tudo.

“Ele me disse que o médico ouviu tudo, foi bem solícito e orientou sobre o que fazer. Mas, no dia seguinte, o quartel inteiro sabia do que ele tinha conversado com o médico. Falaram que ele era gay, que estava sofrendo por um rapaz, que ele tinha um caso. As coisas só píoravam”, continua Conceição.

Família consegue psiquiatra

Sem auxílio dentro do Exército, a família resolveu procurar um médico indicado por conhecidos, que atua com jovens militares.

O psiquiatra Bruno Cruz explica que o primeiro contato com Eduardo foi em agosto de 2019.

“Ele foi diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático ou de adaptação. Muito se deu ao fato da revivência do trauma, da intensidade que ele vívenciava aquela situação, as questões da lembrança à medida que ele via algo referente ao Exército”, explica o médico ao BHAZ

Logo na primeira consulta, pelo estado do paciente, o médico já pediu um afastamento de 40 dias.

“Ele foi trazido ao consultório, foi feito o diagnóstico que era muito óbvio, que ele não poderia ter contato com o ambiente militar, o trauma dele era vinculado a essa circunstância. Na minha experiência com o ambiente militar, e com outros jovens que sofreram questões semelhantes, me dizia isso muito claro. Pedimos o afastamento, que não foi cumprido. A consequência foi a morte dele”, relata o médico.

Conceição Barbosa Torres da Costa/Arquivo pessoal

Mais humilhações

Segundo a mãe de Dudu, o pedido de afastamento também previa a suspensão do porte de arma, mas somente o segundo item foi cumprido.

“Ele continuou trabalhando, mas agora sem a arma, o que aumentou ainda mais a humilhação sofrida por ele. Eles [oficiais do Exército] acharam que ele estava fingindo, fazendo corpo mole”, relata Conceição.

Eduardo tomava remédios controlados, como antidepressivos, antipsicóticos e estabilizadores de humor.

“No dia 7 de junho ele tentou suicídio dentro do quartel. Nos laudos falaram que ele não poderia ficar em ambiente militar, por conta do estresse pós-traumático. Isso já tinha sido diagnosticado uma vez, e depois novamente pelo Dr. Bruno, mas novamente não fomos atendidos”, continua a mãe de Eduardo.

Conceição Barbosa Torres da Costa/Arquivo pessoal

Surto e prisão em Juiz de Fora

No dia 31 de dezembro, Eduardo teve um surto.

“Ele saiu correndo pelas ruas de Juiz de Fora, se jogando nas frentes dos carros. A polícia interveio, prendeu meu filho e bateu muito nele. Quando chegamos na delegacia, já tinha um coronel do Exército lá. Meu filho estava batendo a cabeça na parede, muito descontrolado. Eu peguei e deitei ele no meu colo, para se acalmar um pouco”, conta Conceição.

Eduardo conversou com a mãe e disse que não queria sair da delegacia algemado.
“Ele virou e falou comigo: ‘Mãe, não sou bandido’. Eu disse que ele iria para o hospital, para se cuidar. Ele havia se acalmado. Mas aí o coronel apareceu e começou a agredir meu filho verbalmente, falou que ele era um lixo para o Exército. Eles se atracaram, bateram muito no meu filho, na minha frente. Deram voz de prisão para meu filho, meu marido e meu outro filho. O Eduardo desmaiou, ninguém fez nada”, desabafa.

Para o psiquiatra que o acompanhava, Eduardo teve um quadro de ansiedade muito intenso, que desencadeou o surto.

“Ele pode ter tido uma revivência do trauma. Com isso, ele teve uma atitude mais agressiva, que culminou no ocorrido e na prisão dele”, explica Bruno Cruz.

Conceição filmou o momento em que o filho foi preso.(veja vídeo no link abaixo)

“Falaram que quando chegasse no quartel, iriam ‘moer’ ele. Já cheguei filmando, gritando, xínguei tudo que pude”, lembra a mãe de Eduardo.

Em uma audiência de custódia, no mesmo dia, ficou definido que o jovem não poderia deixar Juiz de Fora.

Contudo, o Exército teria levado Eduardo, sem permissão, para o HCE (Hospital Central do Exército), no Rio de Janeiro.
“Ele ficou preso, algemado em uma cama, durante quatro dias. Só tiravam a algema para ele tomar banho e fazer suas necessidades. Ele acabou perdendo a sensibilidade de uma das mãos”, conta.

O advogado José Carlos Stephan, especialista em direito militar há 29 anos, que atendeu Eduardo desde agosto, diz que participou da audiência de custódia.
“Informei em ata ao juiz que ele não poderia ser entregue ao Exército e muito menos voltar ao Rio de Janeiro, pois ele poderia tentar novamente contra a própria vida e morrer”, explica.

“Não foi me dado ouvido e ele foi conduzido ao hospital de Juiz de Fora, onde a gente esperava que fosse feito o tratamento”.

No meio do caminho, sem autorização judicial, sem informar a família, sem notificar a mãe, sem me informar, já que sou o procurador, o levaram para o HCE, no Rio de Janeiro.

Lá ele ficou isolado, não se sabe o tipo de tratamento que teve, provavelmente nenhum. Aí aconteceu a morte dele”, relata Stephan.

De acordo com a mãe de Eduardo, o psiquiatra Bruno Cruz teria advertido que Eduardo precisava ser internado.
“Mas ele não foi. Colocaram meu filho em uma prisão dentro do Exército, não colocaram na ala psiquiátrica. Era uma prisão, dentro de uma cela olhando para o teto. Não estava tomando a medicação correta”, continua.


O jovem ficou no local até o dia 30 de janeiro deste ano, quando a família foi informada da morte, por suicídio. A família contesta a versão do Exército.
“Não tinha nada dentro daquele quarto que ele pudesse usar para se matar. Só entregaram o corpo quase três dias depois. Meu filho estava todo maquiado, conseguimos ver um corte na sobrancelha. Eles mataram meu filho dentro do exército, eu afirmo isso. A ditadura existe ainda dentro dos quartéis”, relata.

Para a mãe que perdeu o filho, o sentimento é de ódio.

“Muita revolta. Eu quero que eles sejam punidos. A polícia do Exército espancou, torturou meu filho. Quero vingança, quero justiça. Eu preciso mostrar isso para as outras famílias. Eu não tenho medo, não tenho mais nada a perder. Ficam rondando a porta da minha casa, um carro com insulfilme. Sei que são eles, mas não vou desistir de ter justiça”.

Pedro Henrique, filho de Conceição, que também tem 23 anos, entrou para o Exército por incentivo do irmão.
“Eu temo muito por ele. O Pedro fala que quer honrar o irmão, que vai ser sargento por ele. Só tememos pela vida dos meus dois filhos. Comigo e com o meu marido pode acontecer qualquer coisa”, completa.

Violência física e psicológica

O psiquiatra explica que, durante a passagem de Eduardo pelo Exército, ele sofria muita violência psicológica.

“Também tinha a violência física dele contra si, uma auto-agressividade. Ele sofria muito com a culpa que ele tinha de que não conseguir servir aquilo que ele sempre amou. Ele vivia sonhando com o Exército. Foi uma decepção daquilo que ele desejou e, de repente, se transformou no abismo da vida dele”, lembra.

De acordo com o médico, a doença do jovem era mais grave que a depressão em si.
“Tem uma característica e reversibilidade pior que a depressão. É uma doença muito difícil de tratar que, infelizmente, tem crescido no Brasil pela questão da violência”, relata.

Para o médico, o termo que devemos tratar é a psicofobía.
“Se ele estivesse com a perna quebrada, ninguém questionaria nada, ninguém pensaria que ele estava tentando enganar ou levar vantagem de alguma forma. A impressão que fica é que em todo momento ele foi questionado a esse respeito, como se ele tivesse querendo tirar vantagem. Isso é muito frequente nas doenças mentais, precisamos quebrar o preconceito em relação a isso. A família dele aceitou e acolheu bem, mas o ambiente profissional falhou muito”, completa.

Medidas judiciais

De acordo com o advogado José Carlos Stephan, serão três ações judiciais.

“A primeira é por crime militar, na Justiça militar, pois entendo que aconteceu abuso de autoridade e crime de maus-tratos. Outra ação será na Justiça comum, pois entendo que o judiciário também errou por entregar ele de volta aos militares. A última na Justiça federal, referente ao próprio falecimento e interrompímento da carreira dele, com indenização da família, pensão e etc”, conta.

“Temos a documentação referente a isso tudo, os laudos médicos dizendo que ele não deveria ir de forma alguma para o Rio de Janeiro. Ele não poderia sair de perto da família, pois poderia causar a morte dele. E, ainda assim, o quartel sabendo dessa recomendação, que eu enviei, que estava nos autos, ignorou por conta própria. Não sei qual foi o oficial que determinou isso”, continua o defensor.

Para o advogado, o suicídio de Eduardo é colocado, agora, “entre aspas” e passa a ser duvidoso.

“Tudo foi bem dito e tenho um ofício em mãos que o quartel diz que o HCE seria o local que ele seria melhor atendido, que estaria protegido e bem cuidado, o que não foi verdade. Entendo que existem crimes militares, que serão apurados. Acho que foi uma covardia o que foi feito, essa morte poderia ter sido evitada. Houve um total descaso e despreparo da administração militar”, completa.

Procurado pelo BHAZ, o Exército informou, por meio de nota (leia abaixo na íntegra), que foi “instaurado Inquérito Policial Militar (IPM), a fim de se apurar o fato ocorrido no interior do Hospital Central do Exército”.

Além disso, a instituição se limitou a dizer que “lamenta a morte do militar e está prestando toda a assistência necessária à família”.

Nota do Exército

“A Seção de Comunicação Social do Comando Militar do Leste (CML) informa que foi instaurado Inquérito Policial Militar (IPM), a fim de se apurar o fato ocorrido no interior do Hospital Central do Exército.

O CML lamenta a morte do militar e está prestando toda a assistência necessária à família.

Cabe reiterar que o Exército Brasileiro não compactua com qualquer tipo de irregularidade, repudiando veementemente atitudes e comportamentos em conflito com a lei, com os valores militares ou com a ética castrense”.

https://bhaz.com.br/2020/02/13/exercito-matou-meu-filho/

PL de Ricardo Diniz homenageia as mulheres de São Luís

Foi aprovado no Plenário da Câmara de São Luís, o Projeto de Lei de autoria do vereador Ricardo Diniz, que estabelece o Prêmio “Lia Varella”, uma forma de homenagear as mulheres que se destacam na Capital Maranhense.

Ao justificar o projeto, o parlamentar disse que a aprovação da PL veio em um ótimo momento. “Esse Projeto vem para valorizar e reconhecer os trabalhos prestados pelas mulheres de nossa querida cidade. Tenho certeza, que veio em um bom momento”, disse.

QUEM É LIA VARELLA?

Lia Rocha Varella, mais conhecida apenas Lia Varella, foi uma professora, alfabetizadora, advogada e política brasileira com base eleitoral no Maranhão.

Ficou mais conhecida nacionalmente por ter sido a primeira mulher e também afro-descendente a assumir a prefeitura e ser presidenta da Câmara Municipal, ambas por duas vezes.

Davi Max

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020 Moradores do Gapara se revoltam contra “catracões” colocados nos ônibus

Os moradores do bairro Gapara, na área Itaqui-Bacanga, em São Luís, estão revoltados com os “catracões” colocados nos ônibus que servem à comunidade.
A novidade está nos ônibus da empresa Ratrans. A catraca dupla ou sobreposta tem o objetivo de evitar que passageiros passem por baixo um mesmo por cima, sem pagar passagem

Segundo os usuários a colocação do “catracão” é uma falta de respeito, já que as pessoas ficam impedidas de passar com uma bolsa e até mesmo com sacolas de supermercado.
Inconformados com a situação, moradores fizeram uma manifestação na comunidade, na manhã dessa segunda-feira (17), não permitindo que os ônibus saíssem do ponto final.
Além disso, moradores não concordam com o reajuste das tarifas de ônibus, em vigor desde a madrugada de domingo (16).
O aumento no valor da tarifa, nas linhas não integradas de R$ 2,95 para R$ 3,20 e de R$ 3,40 para R$ 3, 70 nas linhas integradas, gerou revolta nas pessoas que utilizam os coletivos da capital. Mais manifestações são aguardadas para esta semana.

https://www.gilbertolima.com.br/2020/02/moradores-do-gapara-se-revoltam-contra.html

Mecânico é morto em Santa Inês MA🚔👮 segunda-feira, fevereiro 17/02/ 2020

Vítima foi reconhecida como Tiago Fernando Dias e o corpo dele foi encontrado na madrugada de domingo (16/02) no bairro Mutirão, situado na periferia de Santa Inês.

A polícia investiga um caso de assassinato de um mecânico ocorrido no final de semana município de Santa Inês, a 250 km de São Luís.

Segundo a polícia, a vítima foi reconhecida como Tiago Fernando Dias.

O corpo dele foi encontrado na madrugada de domingo (16/02) no bairro Mutirão, situado na periferia de Santa Inês.

A polícia já está tentando localizar imagens de câmeras de segurança de comércios da área onde aconteceu o crime.

Durante o crime, a motocicleta dele foi roubada, o que pode ter relação com um crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

De acordo com a polícia, há informações de que Tiago foi visto sendo perseguido por homens que queria levar a motocicleta dele.

Ele teria abandonado a motocicleta e retirado a chave, mas acabou sendo alcançado pelos bandidos

. A polícia encontrou ferimentos na cabeça de Tiago Fernando Dias.

São Luís vai parar às 16 horas desta terça-feira (18)

Movimento contra o aumento da passagem ganha cada vez mais força nas Redes sociais.

O movimento contra o aumento abusivo da tarifa de ônibus ganha cada vez mais força entre os trabalhadores e estudantes nas redes sociais.

É o assunto mais comentado nos grupos de whatsapp em São Luís e também no Facebook.

Mostrando o quanto esse aumento mexe diretamente com as classes mais desfavorecidas e esquecidas pelo poder público municipal.
A manifestação popular contra o preço da passagem e os péssimos serviços ofertados pelos empresários será as 16:00 horas na praça Deodoro.

https://blogniltongomesjunior.blogspot.com/2020/02/cidade-de-sao-luis-vai-parar-as-1600.html

Você sabia que o vereador Pavão filho é autor da lei que normatiza a instalação dos banheiros químicos em retiros espirituais?

O Vereador Pavão Filho é autor da Lei nº 6.084/2016, que normatiza a instalação de banheiros químicos nos Retiros Espirituais de São Luís, independente do credo ou denominação religiosa.

De acordo com a Lei, a Prefeitura Municipal de São Luís, instalará banheiros químicos removíveis nos Retiros Espirituais na Cidade de São Luís, sendo um banheiro químico para cada grupo de 20 pessoas.

A solicitação dos banheiros químicos, deverá ser feita por escrito junto a Secretaria de Cultura.

A Lei visa sanar a falta de banheiro nos retiros que tem uma grande demanda de pessoas .

Saiba mas acesse http://www.pavaofilho.com