Prefeitura de São Bento: NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em decorrência da última publicação excluída da página oficial da Prefeitura de São Bento, pedimos desculpas!

Retiramos temporariamente apenas para checagem das informações, mas a Secretaria Municipal de Saúde está trabalhando de forma criteriosa baseando-se nos protocolos do Ministério da Saúde.

O objetivo é orientar da melhor forma possível a nossa população. Reiteramos plena atuação na assistência à saúde e a confirmação da NOTA de um caso em monitoramento de um possível suspeito está MANTIDA!⤵️

Notificamos o primeiro caso suspeito da COVID-19 em São Bento/MA.

Trata-se de um homem de 49 anos que tem histórico de viagem há 12 dias para São Luis, onde manteve contato com uma pessoa infectada pelo coronavírus.

A secretaria de saúde tranquiliza a população informando que o paciente segue em isolamento domiciliar, apresentando vários sintomas, exceto dificuldade respiratória.

O teste já está sendo providenciado e todas medidas cabíveis foram tomadas.

AINDA assim fica o alerta para a população ficar em casa.

Prefeitura de São Bento

Veja como funcionará o “Programa Emergencial de Emprego”

Com as medidas, 8,5 milhões de vagas formais devem ser preservadas, mas 3,2 milhões serão inevitavelmente fechadas, prevê o governo.

O governo federal estima que 24,5 milhões dos 33,6 milhões de trabalhadores com carteira assinada serão incluídos no Programa Emergencial de Manutenção de Emprego.
Eles terão jornada e salário reduzidos, ou contratos suspensos, mas receberão uma compensação do governo que pode chegar a 100% do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito em caso de demissão.

Sem o programa, o governo calcula que 12 milhões de trabalhadores poderiam ser demitidos.

Com as medidas anunciadas, 8,5 milhões de postos devem ser preservados.

Outros 3,2 milhões serão inevitavelmente fechados, nas projeções oficiais – e aí os trabalhadores recebem seguro-desemprego e multa de 40% sobre o saldo do FGTS normalmente.

Na soma da parcela paga pela empresa e da compensação paga pelo governo, ninguém poderá receber menos que um salário mínimo (R$ 1.045).

O valor de referência do seguro-desemprego para o cálculo da compensação vai de R$ 1.045 a R$ 1.813,03.

Acordo individual ou coletivo?

Todos os empregados poderão firmar acordos coletivos com as empresas para as medidas de redução de jornada ou suspensão de contratos.

Trabalhadores que recebem até R$ 3.135 mensais (três salários mínimos) ou acima de R$ 12.202,12 (duas vezes o teto do INSS) com ensino superior poderão fazer acordos individuais.

Todos os acordos precisarão ser comunicados aos sindicatos das respectivas categorias.

Redução de jornada e salário

Medida tem validade máxima de três meses.

Nos acordos individuais, porcentuais serão fixas: 25%, 50% ou 70%, com compensação do governo em igual porcentual sobre seguro-desemprego a que trabalhador teria direito.

Nos acordos coletivos, porcentual de redução é flexível, mas compensação é fixa, de acordo com as faixas:

Até 25%: sem compensação do governo federal.

De 25% a 49,99%: compensação de 25% da parcela do seguro-desemprego a que trabalhador teria direito.

De 50% a 69,99%: compensação de 50% da parcela do seguro-desemprego a que trabalhador teria direito.

70% ou acima: compensação de 70% da parcela do seguro-desemprego a que trabalhador teria direito.

Suspensão de contrato

Medida tem validade máxima de dois meses.

Por acordo coletivo, pode ser estendida a todos os funcionários.

Contrato é interrompido temporariamente, e trabalhador não pode trabalhar nem parcialmente nem em regime de teletrabalho.

Empresas do Simples Nacional (com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões): compensação paga por companhia é opcional.

Já o governo banca 100% do seguro-desemprego a que trabalhador teria direito.

Empresas com receita bruta anual acima de R$ 4,8 milhões:

compensação paga por companhia é obrigatória, em valor equivalente a 30% do salário.

Já o governo banca 70% do seguro-desemprego a que trabalhador teria direito.

Empresas com receita bruta anual acima de R$ 4,8 milhões:

compensação paga por companhia é obrigatória, em valor equivalente a 30% do salário.

Já o governo banca 70% do seguro-desemprego a que trabalhador teria direito.

Estabilidade temporária

Empregados que firmarem os acordos para redução de jornada e salário ou suspensão de contrato terão estabilidade temporária, ou seja, não podem ser demitidos pelo mesmo período de duração da medida extraordinária.

Outras regras

Trabalhador não pode acumular compensação emergencial paga pelo governo com aposentadoria ou BPC, mas pode acumular com pensão e auxílio-acidente.

Compensações pagas pela empresa como incentivo à adesão aos acordos não terão natureza salarial e serão isentas de IRPF e contribuição previdenciária.

Também serão descontadas da base de cálculo de tributos pagos por empresas e do FGTS.

Acordos coletivos celebrados antes do Programa Emergencial poderão ser renegociados em até 10 dias após publicação da Medida Provisória para adequação de seus termos.
Se mesmo com as medidas o trabalhador for demitido após a crise, nada muda no valor do seguro-desemprego a que ele terá direito.

https://www.metropoles.com/brasil/economia-br/veja-como-funcionara-o-programa-emergencial-de-emprego

Coronavírus: Bolsonaro sanciona auxílio de R$ 600 para duas pessoas por família

O presidente da República Jair Bolsonaro anunciou, nesta quarta-feira (1º), que sancionou o projeto que prevê o auxílio emergencial de R$ 600, o “Coronavoucher”, podendo chegar aos R$ 1200, aos trabalhadores autônomos e informais — além dos MEIs e alguns formais.

A medida deve atingir 54 milhões de pessoas ao custo de R$ 98 bilhões do Tesouro.

O total de investimento anunciado nesta quarta-feira, (1º) foi de R$ 200 bilhões, valor que corresponde a 2,6% do PIB brasileiro.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o presidente incumbiu os ministros da missão de defender a saúde e o emprego dos brasileiros.

Com isso, foram adotadas medidas as quais duas estão diretamente ligadas à manutenção do emprego e, uma terceira, a um reforço aos estados e municípios.

Guedes também citou o Mais Brasil, que foi promessa de campanha de Bolsonaro, que tem a promessa de descentralizar recursos para estados e municípios.

São R$ 16 bilhões que foram transferidos para esses fundos para reforçar a Saúde que está “no front” do combate à pandemia do novo coronavírus.

Além disso, o ministro reforçou a promessa de ajudar os brasileiros a manterem seus empregos com R$ 51 bilhões que serão destinados a ajudar as empresas a cumprirem com o pagamento integral do salário diante de opções como redução de horário de trabalho sem prejuízos ao funcionário.

“Estamos pagando as empresas para manterem os empregos”, esclareceu Guedes.

Da mesma forma, o Tesouro abriu um crédito de ajuda de R$ 34 bilhões que, com o complemento de R$ 6 bilhões do setor bancário chega a R$ 40 bilhões, para pagar as folhas de pagamento de empresas que optarem por não demitir seus funcionários.

“Para a empresa que resolver manter empregos, não só complementamos o salário como também daremos o crédito para a folha.”

O total de investimento anunciado nesta quarta-feira foi de R$ 200 bilhões, valor que corresponde a 2,6% do PIB brasileiro.

https://www.tudooknoticias.com.br/destaque/coronavirus-bolsonaro-sanciona-auxilio-de-r-600-para-duas-pessoas-por-familia/

Timon: Agentes de endemias fazem sanitização e desinfecção de locais movimentados da cidade

A medida tem a parceria da concessionária Águas de Timon e é mais uma ação do poder público para garantir a saúde da população através do Plano de Contingência para a *COVID-19*

Para o combate à disseminação do Coronavírus *(COVID-19)* em Timon, os locais de grande circulação estão passando por sanitização e desinfecção.

O trabalho consiste na pulverização de solução à base de água e hipoclorito – substância doada pela concessionária Águas de Timon e que não afeta humanos. Essa é mais uma ação do poder público para garantir a saúde da população através do Plano de Contingência.

*TIMON MARANHÃO*

ESCÂNDALO: Ao invés de cortar salário de R$ 7.500, vereadores de Bacabeira reduzem apenas remuneração de quem ainda vai ser eleito

Além disso, Câmara contraria as orientações ao reunir parlamentares e servidores em sessão extraordinária, justamente no momento de isolamento social para evitar o contágio pelo novo coronavírus_

BACABEIRA-MA: “Uma cortina de fumaça para amenizar o desgaste de sua imagem”. Assim pode ser definido o Projeto de Lei n° 005/2020, aprovado pela Câmara Municipal de Bacabeira, durante sessão extraordinária, realizada nessa terça-feira (31).

Na cidade o legislativo tem onze vereadores, mas apenas dez deles votaram a favor da matéria.
Tentando enganar a população, a própria Câmara divulgou por meio de blogs alinhados ao chefe do legislativo, uma justificativa ilusória.

Apesar de dizer que a proposta foi baseada no momento atual da economia devido a pandemia do coronavírus (COVID-19), os parlamentares, orietados sabe-se lá por quem, tiveram a cara de pau de aprovar um projeto que prevê o corte na remuneração apenas para 2021, ou seja, os nobres edis bacabeirenses não estão perdendo um centavo em seus vencimentos atuais de R$ 7.500,00, pois a medida no corte salarial valerá apenas pra quem ainda vai se eleger, ou seja, para os vereadores da próxima legislatura.

Sem saber a verdade sobre a proposta aprovada, algumas pessoas até aplaudiram a medida, mas o efeito foi contrario depois que o projeto passou a circular nas redes sociais.

Com isso, a população acabou sabendo que os vereadores de Bacabeira possuem o maior salário de todas as Câmaras da região, nada mais e nada menos que R$ 7.500,00, mesmo assim, eles reduziram os vencimentos em apenas R$ 1.000,00 reais.

A proposta foi aprovada apenas contra o voto da vereadora Kellyane Calvet (PL), que até concordou em votar a favor, desde que a medida entrasse em vigor de forma imediata.

“A preocupação de vossas excelências não é com o povo, pois se fosse assim, esta Casa aprovaria uma medida com efeitos imediatos.

Não posso concordar com essa enganação que não vai trazer nenhum beneficio para o enfrentamento da pandemia no atual momento”, teria declarado a parlamentar, segundo alguns interlocutores ouvidos pela reportagem.

ESCONDENDO SOBRAS DOS RECURSOS
Se a intenção da medida sugerida pelo vereador Jefferson Calvet (PSC) e aceita pela Mesa Diretora da Casa era melhorar o desgaste dos atuais parlamentares, o debate sobre os salários dos vereadores acabou trazendo dor de cabeça ainda maior para o presidente da Câmara, Elias Teixeira Lima (Tchabal/PSB). É que a temática provocou um questionamento na cidade: afinal, do que adianta reduzir salários dos vereadores e continuar escondendo as sobras dos repasses à Casa?

Segundo o que apuramos no município, o valor do duodécimo repassado pela Prefeitura ao Legislativo bacabeirense passa dos R$ 2,1 milhões anuais, conforme previsto na LOA de 2017.

A verba é calculada de acordo com a previsão da receita de arrecadação líquida para determinado ano. Por mês, Tchabal administra uma receita de cerca de R$ 200 mil reais.

No atual momento da crise da covid-19, os recursos poderiam ser devolvidos a prefeitura para ajudar, por exemplo, na compra de EPIs para profissionais da saúde ou na aquisição de cestas básicas para a população mais carente.

Desde 2017, quando assumiu o comando da Casa de Leis, Tchabal não utiliza todo o orçamento previsto, fenômeno que se repete nos anos posteriores como 2018 e 2019.

Embora as informações sobre os custos com os vereadores devam ser públicas, a Câmara de Bacabeira não alimenta o portal da transparência para que a população possa acessar os dados sobre receitas e despesas da Casa, situação que fará o chefe do legislativo enfrentar processos por descumprir a Lei da Transparência e a Lei de Acesso a Informação.

CÂMARA CONTRARIA RECOMENDAÇÃO

Além disso, chefe do legislativo contraria as recomendações sanitárias de saúde ao convocar sessão extraordinária, justamente no momento em que a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda isolamento para evitar o contágio pelo novo coronavírus, que já causou mais de 114 mortes no Brasil, sendo duas no Maranhão.

As autoridades sanitárias do mundo inteiro defendem que todos os que puderem fiquem em casa para diminuir os riscos de quem tem de trabalhar, como aqueles de setores essenciais, como saúde, transportes e fábricas, entre outros.

Tchabal, porém, resolveu convocar seus colegas de plenário para realizar uma extraordinária para votar e aprovar um projeto que não vai trazer nenhuma contribuição para o atual momento. Pelo contrário, ao tomar essa atitude, ele acabou expondo os pares e familiares a riscos.

FRASE DEBOCHADA E VERDADEIRA
Pra finalizar, deixo uma frase do próprio autor da proposta maligna.

Nas redes sociais, Jefferson Calvet – eleito vereador por ser mais velho que adversário que empatou em número de votos – fez um comentário no mínimo curioso como se já tivesse um pressentimento da repercussão negativa do projeto enganoso.

Numa especie de premonição, que é a sensação antecipada do que vai acontecer, o parlamentar sapecou a seguinte mensagem:

“quem anda com a verdade não comemora o aniversário da mentira”.

Funcionários do Socorrão 2 testam positivo para o novo coronavírus

A direção do Hospital de Urgência e Emergência Dr. Clementino Moura – SOCORRÃO 2, afirmou através de nota, a existência de dois servidores confirmados para covid-19 (novo coronavírus).O hospital informou também, a existência de três outros casos como suspeito.

Ainda de acordo com a direção do hospital, todos os pacientes confirmados e suspeitos, foram afastados e seguem seu tratamento de saúde em casa.

A direção do hospital, orienta que todos os servidores que tiveram contato com as pessoas confirmadas ou suspeitas que apresentarem os sintomas, estão sendo orientadas a procurar atendimento médico e consequente afastamento.

Todos os casos estão sendo acompanhados pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica e pela Unidade Sentinela e Saúde do Trabalhador deste Hospital.

Confira a nota na íntegra

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LUIS
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
HOSPITAL DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DR. CLEMENTINO MOURA – SOCORRÃO 2
São Luis, 31 de Março de 2020.

Prezados Servidores(as) do Hospital Socorrão 2,
Gostaria de comunicar a todos deste Hospital que temos dois (02) servidores com COVID19
(oficialmente confirmado ao hospital) e outros (03) servidores com suspeita (não oficialmente
confirmado ao hospital), porém todos afastados e em tratamento de saúde.

Os servidores que tiveram contato com as pessoas confirmadas e/ou suspeitas e
APRESENTAREM SINTOMAS estão sendo orientadas a procurar atendimento médico e
consequente afastamento.Todos os casos estão sendo acompanhados pelo Núcleo de
Vigilância Epidemiológica e pela Unidade Sentinela e Saúde do Trabalhador deste Hospital.Aos servidores que apresentam sintomas gripais, independente do contato, solicitamos que
procurem atendimento médico e apresentem atestado ao RH para comprovação da
necessidade de afastamento.A orientação é que os servidores NÃO trabalhem gripados.Os servidores que precisarem solicitar afastamento (seja por grupo de risco e/ou síndrome
respiratória) deverão seguir o fluxo do Serviço de Atendimento e Apoio ao trabalhador
existente (em anexo).

Estamos encaminhando também o fluxo de atendimento a Pacientes Suspeitos e/ou com
Síndrome Respiratória do nosso estado, para que enquanto trabalhadores da saúde possamos
orientar a nossa população aonde buscar o correto atendimento.

Com relação ao atendimento a pacientes suspeitos/confirmados de COVID19 que adentrarem
ao hospital, estamos trabalhando para garantir uma estrutura adequada aos profissionais que
farão atendimentos a esses pacientes (Setor 19), além de ações de educação e treinamentos
relacionados ao uso de EPI.

De modo que a segurança do paciente e do colaborador sejam
preservadas.

Ressaltamos que esta direção busca ser transparente, portanto precisamos ser cautelosos e
repassar sempre informações corretas.

Atenciosamente,
Roberta Campos
Direção Geral

http://diegoemir.com/2020/03/dois-funcionarios-do-socorrao-2-em-sao-luis-sao-diagnosticados-com-coronavirus/

Vídeos: Rompimento de barragem em PE pode ter contribuído para enchente em AL

Informações são do jornal Diario de Pernambuco; autoridades ainda estudam possibilidade de a água ter chegado a Santana do Ipanema.

A Barragem Zumbi, no município de Arcoverde, agreste pernambucano, rompeu na madrugada desta segunda-feira (30).

Segundo o periódico local Diario de Pernambuco, a água desta barragem atingiu o município alagoano de Santana do Ipanema e é parcialmente responsável pelas enchentes no local.

Segundo a Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco (Codecipe), as informações sobre o incidente ainda são preliminares.

A barragem seria particular, de responsabilidade do dono da propriedade em que está instalada, e de pequeno a médio porte.

O coordenador da Defesa Civil de Alagoas, Moises Henrique, disse estar ciente do rompimento da barragem pernambucana pela imprensa local, mas não confirmou a possibilidade de a água ter chegado na região.

Entre Santana do Ipanema e Arcoverde existe uma distância de aproximadamente 131km.

O município alagoano vem enfrentando enchentes constantes desde o fim da semana passada, com um forte volume de chuvas gerando alertas por todo o estado.

Contribuição pequena

O tenente-coronel Leonardo Rodrigues, coordenador de engenharia da Codecipe, disse que a contribuição da barragem para os alagamentos em Alagoas foram pequenos, mas significativos.

“Os municípios pernambucanos que fazem parte da Bacia de Ipanema estão em uma região mais alta que os alagoanos, todo o impacto das chuvas e enchentes de Pernambuco desaguam por aí”, explicou.

Segundo Leonardo, as chuvas que o agreste alagoano vem enfrentando estão em Pernambuco faz um tempo.

“Estamos com chuvas de 90 a 100 milímetros faz oito a nove dias aqui na região [pernambucana da Bacia]”, conta. Em Alagoas, as chuvas estão atingindo com maior intensidade o agreste desde sábado (28).

Ele explica que o acumulado nos rios e barragens de Pernambuco devido às chuvas da região desceram bacia abaixo até atingir o agreste alagoano. Os que mais sofrem com os aumentos sempre são os municípios banhados pelo Rio Ipanema, onde toda a bacia deságua.

Esses fatores juntos, conta, teriam gerado uma espécie de “bomba relógio”, complementada pelo rompimento da barragem de Zumbi e as chuvas na própria região alagoana, que culminaram na catástrofe que desabriga famílias em Santana do Ipanema.

Tem 102 anos, recuperou da Covid-19 e médicos chamam-lhe “imortal”

A italiana de 102 anos pouco precisou da intervenção clínica, já que, de acordo com os médicos, recuperou sozinha.

Italica Grondona, de 102 anos, residente na região de Liguria, em Itália, recebeu alta hospitalar depois de ter sido infetada com o novo coronavírus.

Passou mais de 20 dias no hospital e os médicos, como revela CNN, chamam-lhe “imortal”.

Esta é, como revelou a médica que a tratou no hospital San Martino, Vera Sicbaldi, uma história de “esperança para todos os idosos que enfrentam a pandemia“.

Em Itália, onde já foram registados mais de 10 mil mortos, a média da idade das vítimas mortais ronda os 78 anos, como indicou o Instituto Nacional de Saúde do país.

Italica foi admitida na unidade hospitalar no início de março com uma “insuficiência cardíaca leve” e tinha ainda “alguns sintomas leves de coronavírus“.

Testou positivo para a Covid-19 mas pouco foi feito pela equipa médica, já que a idosa “recuperou sozinha”.

Os médicos que testemunharam a recuperação revelam que este caso impressionou a comunidade científica, que resolveu estudá-lo mais pormenorizadamente.

Foram “recolhidas amostras sorológicas” da paciente, já que esta passou também “pela ‘gripe espanhola’, que matou pelo menos 50 milhões de pessoas em todo o mundo e que ocorreu em 1918.

Depois de ter deixado o hospital, no dia 26 de março, Italica regressou para o lar de idosos onde vive. “Não sei qual o segredo dela, mas sei que é uma mulher livre e independente”, indicou o sobrinho também à CNN, Renato Villa Grondona.

https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1445021/tem-102-anos-recuperou-da-covid-19-e-medicos-chamam-lhe-imortal

China derrota Covid-19 e mais de 90% do setor produtivo já está de volta a normalidade

Xi Jinping definiu o surto de coronavírus como a emergência de saúde pública mais difícil de conter desde a fundação da República Popular Chinesa.

Dois meses de ofensiva e de decisões extraordinárias permitem à China manter gradual controle sobre a Covid-19, com vantagem para reanimar sua vida socioeconômica e apoiar a comunidade internacional, sem subestimar um inimigo perigoso e ainda enigmático.

Agora o panorama é diferente: crescem menos as cifras diárias de mortos e enfermos da pneumonia, praticamente o país todo reduziu a emergência sanitária, pôs-se a andar o aparato produtivo e grande parte da população saiu às ruas.

Segundo dados oficiais, mais de 90% dos trabalhos foram retomados em setores como construção, gastronomia, transporte, bancos, mercado financeiro e agricultura de quase todas as regiões.

A província de Hubei – por ser a mais afetada – reativa mais devagar seus negócios, mas já abriu suas fronteiras e em 8 de abril próximo levantará as restrições ao movimento de pessoas e transporte em sua capital, Wuhan.

Outro sinal relevante é o anúncio de datas em 15 das 34 demarcações chinesas para reiniciar as aulas em instituições de ensino médio, pois alunos desse nível precisam preparar-se para exames importantes programados para junho.

Outros sinais auspiciosos são a retirada de muitos postos de saúde estabelecidos em público para medir a temperatura corporal, uma maior presença de trabalhadores nos escritórios e a volta dos hospitais a suas funções originais.

Além disso, agora que a doença é pandemia mundial, a China devolve os inumeráveis gestos de apoio que recebeu com doações de insumos médicos, envio de técnicos a distintos pontos do planeta, e intercâmbio de experiências a fim de derrotar, juntos, um inimigo comum da humanidade.

Mas foi um processo duro e o presidente Xi Jinping definiu o surto de Covid-19 como a emergência grave de saúde pública mais difícil de conter desde a fundação da República Popular Chinesa em 1949.

Para ele, a epidemia constituiu uma grande prova para o sistema e a capacidade de governar do gigante asiático, e por isso pediu aprender as lições, focar nos elos débeis e nas falhas expostas para melhorar a resposta nacional a contingências.

E, com efeito, o combate à afecção respiratória implicou em eliminar práticas incompatíveis, atacar e corrigir fissuras em várias frentes, fazer pleno uso de tecnologia de ponta e reforçar o sistema legal com normas que garantam superar a adversidade e evitar outras similares no futuro.

Ressaltou, nesse contexto, a proibição total do milenar comércio e consumo de animais selvagens pelo potencial vínculo com a origem do coronavírus SARS-Cov-2 que provoca a mortífera pneumonia.

Também implementou o fortalecimento da biossegurança dos laboratórios com medidas imediatas que possam prevenir as falhas detectadas no manejo de riscos e ajudem a lidar adequadamente com qualquer eventualidade que surja, especialmente em lugares especializados em patógenos.

Frente às vulnerabilidades na saúde, trabalha-se para otimizar o manejo do material sanitário e equipamento médico de reserva, resolver problemas como a lentidão no fluxo de informações e na interação necessária entre hospitais, centros de controle epidêmico e departamentos governamentais.

Entre outras questões, foi orientado às faculdades de medicina reprogramar os planos de estudo relativos às principais patologias infecciosas para preparar futuros médicos e enfermeiras na forma correta de auto proteger-se, enquanto trabalham em situações como a atual.

Lamentavelmente, mais de dois mil profissionais do ramo contraíram a pneumonia e vários perderam a vida, inclusive o oftalmologista Li Wenliang, que revelou o surto em dezembro passado.

Também soube-se de alguns mortos por esgotamento físico, pois, à medida que a batalha ganhou intensidade, mais deles ocuparam a primeira linha, de pé, durante extensas jornadas de trabalho e com equipamentos que os protegiam da doença, mas impedia a alimentação devida.

A luta interna contra a Covid-19 continua e atravessa uma etapa chave onde é necessário atender a estabilidade emocional de sobreviventes e trabalhadores da saúde, manter os resultados obtidos e evitar um retrocesso pelo incremento de casos importados, os quais estão próximos do meio milhar.

A China tem tolerância zero para com o contágio transfronteiriço e demonstra isso com um mecanismo mais rígido de controle nas alfândegas, quarentenas obrigatórias para passageiros de voos internacionais, sanções e até cadeia para aqueles que ocultem informações sobre a saúde e histórico de viagens.

Especialistas insistem em extremar a detecção desses pacientes e também dos assintomáticos porque se não são parados logo poderia haver uma segunda onda da afecção respiratória, principalmente quando alguns já a transmitiram a mais pessoas.

Yolaidy Martínez, Correspondente chefe de Prensa Latina na China.

https://dialogosdosul.operamundi.uol.com.br/mundo/63805/china-derrota-covid-19-e-mais-de-90-do-setor-produtivo-ja-esta-de-volta-a-normalidade?utm_source=Di%C3%A1logos+do+Sul+Not%C3%ADcias&utm_campaign=0b7a8d85ab-EMAIL_CAMPAIGN&utm_medium=email&utm_term=0_0652f353b4-0b7a8d85ab-175030917&ct=t%28EMAIL_CAMPAIGN%29

CFM pede que médicos denunciem falta de equipamentos de proteção

O Conselho Federal de Medicina criou uma plataforma on line para que médicos avisem onde estão faltando os EPIs obrigatórios.

Conselho Federal de Medicina criou uma plataforma on line para que médicos comuniquem sobre a falta de equipamentos de proteção individuais, os chamados EPIs.

Os médios que atuam em unidades de saúde – postos, UPAs, prontos-socorros e hospitais, entre outros – que oferecem assistência a casos confirmados e suspeitos de Covid-19 poderão informar falhas na infraestrutura de trabalho oferecida por gestores públicos e privados aos conselhos de medicina de todo o país na plataforma hospedada no site do CFM.

Os EPIs considerados obrigatórios para o enfrentamento de epidemias, como a provocada pelo novo coronavírus, são máscaras e luvas (de diferentes tipos), avental, gorro, óculos e protetor facial, conforme determinam as autoridades sanitárias, como o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Outros insumos essenciais nessas situações, pois permitam a higienização e desinfecção adequadas, são sabão e sabonete líquidos, álcool em gel à 70%, papel toalha, lenços descartáveis, entre outros.

Os relatos recebidos, após preenchimento dos formulários, serão automaticamente direcionados pelo CFM aos Departamentos de Fiscalização dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) das unidades indicadas pelos denunciantes.

Com base nessas informações, os CRMs tentarão solucionar os problemas junto aos gestores locais e poderão realizar ações de fiscalização.

https://www.metropoles.com/saude/cfm-pede-que-medicos-denunciem-falta-de-equipamentos-de-protecao