Layane Dias: “Fiquei paraplégica por causa de um piercing”

O acessório provocou infecção na medula óssea da brasiliense e a deixou dependente de cadeira de rodas.

Como toda jovem de 20 e poucos anos, Layane Dias estava ansiosa para iniciar a vida profissional e concretizar o sonho de viajar pelo mundo.

Inesperadamente, ela viu seus planos serem interrompidos por um grave problema de saúde: uma infecção na medula óssea causada após colocar um

piercing no nariz.

A reação extremamente rara à perfuração, amplamente realizada por jovens e adultos para fins estéticos, quase tirou a vida da brasiliense.

Como sequela, a deixou refém de cadeira de rodas. Em entrevista ao Metrópoles, Layane lembra o episódio que chama de “divisor de águas”, e conta como resgatou a autoestima com a ajuda do esporte e das redes sociais.

Aos 22 anos, a moradora de Planaltina não se culpa. Pelo contrário. Lança luz à efemeridade da existência.

“Tudo que somos e conhecemos pode mudar em um piscar de olhos. Foi o que aconteceu comigo. Decidi colocar o piercing em junho de 2018. Uma semana após a aplicação, notei uma bolinha vermelha ao lado do acessório”.

“Não levei a sério por deduzir ser uma espinha. Mal sabia que aquele era o primeiro indício de uma severa infecção”, rememora.

O primeiro sinal de que algo não estava bem veio em forma de inflamação no nariz, tratada por Layane como espinha.

“Sorte que não a estourei! Se tivesse mexido nela, a infecção poderia ter se espalhado para a face”, revela

a espinha desapareceu, mas outro sintoma, mais intenso e doloroso, veio à tona.

“Comecei a sentir fortes dores nas costas e no pescoço. Creditei o desconforto a uma noitada de curtição que tive com as amigas. Nunca imaginei que o incômodo pudesse estar atrelado ao acessório”, revela.

Em uma semana, a suposta espinha desapareceu, mas outro sintoma, mais intenso e doloroso, veio à tona.

“Comecei a sentir fortes dores nas costas e no pescoço. Creditei o desconforto a uma noitada de curtição que tive com as amigas. Nunca imaginei que o incômodo pudesse estar atrelado ao acessório”, revela.

A intensidade dos incômodos se agravou. Layane decidiu ir ao médico pela primeira vez após a aplicação do adereço.

“Fizeram um raio-X, que não apontou nada, mas eu sentia muita dor”

Ela tomou um coquetel de remédios e uma injeção para aliviar o mal-estar e voltou para casa, sem grandes respostas em relação às possíveis causas do desconforto.

Dias depois, após se consultar com outros médicos e, mesmo assim, não se sentir melhor, a jovem sentiu as pernas fraquejarem e pediu ajuda à mãe para tomar banho.

Em seguida, foi a uma igreja perto de casa. Espirituosa, pediu para que o desconforto cessasse.

“Quando voltei, a dor estava insuportável. Deitei e dormi. Quando acordei, naquela tarde, não senti mais senti minhas pernas.”

Cinquenta e sete dias de internação

Naquele momento, a jovem foi levada às pressas ao Hospital de Base, onde há melhores equipamentos, se comparado ao Hospital Regional de Planaltina, frequentado por ela anteriormente.

No centro de saúde, fizeram uma bateria de exames e identificaram uma infecção pela bactéria.

Staphylococcus aureus, que pode causar mazelas em diferentes níveis ao atingir a corrente sanguínea.

À época, a jovem não podia suspeitar que aquele era o início de uma jornada de 57 dias de internação.

Layane passou por uma ressonância magnética que alertou a presença de 500 mililitros de pus em três vértebras da medula espinhal.

Ela passou por uma cirurgia de urgência para a retirada do líquido. Após a intervenção cirúrgica, foi diagnosticada com paralisia nas pernas.

“Estava muito assustava e sem saber o que havia motivado a paralisia. Só associei a lesão ao piercing quando o médico perguntou se tive alguma ferida recente no nariz, porque essa bactéria é comumente desenvolvida nas fossas nasais.

Foi então que contei a ele que havia colocado o acessório, no mês anterior”, recorda.

“Ao ouvir minha resposta, ele disse: o adereço foi a porta de entrada da bactéria no seu corpo. Aquelas palavras me deixaram devastadas”, relata.

O quadro começou a fazer sentido para Layane quando ela se lembrou de ter tido sangramento no momento da perfuração do piercing, fato que indica que o profissional que aplicou o acessório atingiu um de seus vasos sanguíneos.

Outro detalhe que, até então, havia passado despercebido por ela era a qualidade da joia. “Quando mostrei a peça ao médico, ele afirmou que tratava-se de uma bijuteria enferrujada”, relembra.

Segundo o infectologista Alberto Chebabo, do Laboratório Exame, um piercing, mesmo esterilizado, pode ser a porta de entrada ideal para bactérias como a Staphylococcus aureus, um micro-organismo invasivo que, em casos severos, pode causar septicemia (infecção generalizada).

“Casos como o dessa paciente são raros, mas possíveis. Muitos subestimam as complicações de um piercing. Não deveriam. Além de realizar o procedimento em estúdio seguro, é preciso ter atenção à limpeza em casa para garantir a cicatrização correta”, alerta o especialista.

Além de realizar o procedimento em estúdio seguro, é preciso ter atenção à limpeza em casa para garantir a cicatrização correta”, alerta o especialista.

Essa bactéria ganhou grande destaque na mídia ao causar a morte de Arthur Araújo Lula da Silva, 7 anos, neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2019.

O menino faleceu justamente por uma infecção generalizada provocada pelo micro-organismo.

Nova vida

“Quando estava prestes a sair do hospital, uma psicóloga veio conversar comigo. Contei a ela que tinha medo dos outros sentirem pena de mim.

Foi quando ela me disse: ‘as pessoas só sentem pena de cadeirantes tristes. Por isso, demonstre alegria’. Aquilo mexeu comigo.”

Após os quase dois meses de internação, Layane teve que reaprender a viver na cadeira de rodas.

“Sempre fui muito vaidosa e não pensei que poderia ser plenamente feliz sem andar. Mas o incidente veio acompanhado de muita maturidade. Revi vários conceitos e me tornei uma pessoa melhor. Hoje, posso dizer que a minha menor mudança foi a paralisia”, diz.

Apesar de perder o namorado – que não deu apoio à companheira -, ver a mãe largar o emprego para cuidar dela e interromper o curso universitário de Relações Públicas, a jovem mantém sorriso fácil e otimismo.

Compartilha toda essa boa energia no Instagram, rede social na qual é seguida por 55 mil pessoas.

“Decidi relatar o meu caso e abrir o meu perfil quando completei um ano como paraplégica.

O resultado? Dormi com dois mil seguidores e acordei com 16 mil. Muitas pessoas se chocaram e compartilharam a minha história, que viralizou. Daí em diante, a página só prosperou.”


Além de dividir o dia a dia e receber mensagens motivacionais na plataforma, Layane se ampara no esporte para sentir-se bem e resgatar a autoestima.

Pratica handebol, natação e basquete ao lado de outros cadeirantes. Faz, também, sessões frequentes de fisioterapia.

Contrariando as expectativas médicas, ela crê que voltará a andar.
“Tenho muitos sonhos.

Quero voltar a andar, conhecer o mundo, terminar o curso de Relações Públicas e me tornar uma porta-voz de superação. Este é só o começo”, acredita.

Até pouco tempo, Layane não planejava tomar nenhuma medida contra o profissional responsável por colocar o piercing.

No entanto, reavaliou a postura e, agora, cogita processa-lo. “Eu optei por não falar sobre ele até o momento. Pensava: ‘isso não me fará voltar a andar’.

Porém, venho analisando a possibilidade de mover um processo com a ajuda de um advogado.

Afinal, outros clientes podem estar correndo risco e, caso ganhe, a indenização ajudará nos custos dos meus tratamentos”, afirma.

Ela vive com a mãe, o tio e avó em uma casa em Planaltina, uma das regiões mais carentes do Distrito Federal, segundo dados da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan).

Atualmente, a única renda da família é a aposentadoria da anciã.

Cuidados redobrados

O quadro de Layane Dias é extremo, mas sequelas um pouco menos graves, como deformidades, não são incomuns em pacientes com piercings inflamados.

A bacharel em direito Fernanda Lisboa, 24, é uma das jovens que vivenciou o problema.

Após aplicar o quinto adorno no corpo, desta vez orelha, a brasiliense sentiu a região vermelha, inchada e latejando no dia seguinte à aplicação.

“Como estava acostumada com piercings, sabia que a reação não era normal. Tirei a joia, mas as dores não amenizaram”.

“Tomei diversos antibióticos e drenei a orelha algumas vezes, mas nada resolvia permanentemente. Até que tive que ser internada.

Passei 12 dias no hospital e fiz uma cirurgia para retirada da cartilagem necrosada”, conta.

Os médicos acreditam que o problema, manifestado tão rapidamente, tenha sido provocado por falta de higiene por parte do profissional que realizou a perfuração.

“Tomei diversos antibióticos e drenei a orelha algumas vezes, mas nada resolvia permanentemente.

Até que tive que ser internada. Passei 12 dias no hospital e fiz uma cirurgia para retirada da cartilagem necrosada”, conta.

Os médicos acreditam que o problema, manifestado tão rapidamente, tenha sido provocado por falta de higiene por parte do profissional que realizou a perfuração.

À época, o episódio afetou drasticamente a autoestima de Fernanda.

“Com o tempo, aprendi a lidar com a situação e, atualmente, sou muito bem resolvida com ela.

Só não quero mais saber de piercings”, garante, afirmando que não cogita realizar cirurgia reparadora para melhorar a estética da orelha.

Cícero Freitas, profissional com 35 anos de experiência em tatuagens e piercings e dono do estúdio Cicero Tattoo, dá alguns conselhos para evitar problemas com a perfuração.


“É muito importante escolher um estúdio de confiança e que siga as regras de assepsia”, aconselha.

De acordo com o especialista, outra dica importante é não descuidar em casa.
“Em alguns casos, os clientes adquirem infecções pelo mal cuidado em domicílio. Por isso, é extremamente relevante atentar-se à higienização”, finaliza.

Para quem curte o acessório, mas tem receio de furar, uma boa opção são os piercings de pressão, encontrados facilmente em joalherias e lojas de bijuteria país afora.

https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/comportamento/layane-dias-fiquei-paraplegica-por-causa-de-um-piercing

Após agressão mulher mata marido no Maranhão

De acordo com informações o casal identificado como Fefe e Fabrício teria iniciado uma discussão Nesta sexta-feira 14, em Biriticupu-MA

Fabrício acabou agredindo a esposa com um capacete, ela revidou a agressão usando uma faca, atingindo o marido com um único golpe fatal.

Fabrício ainda foi socorrido pela esposa e levado para uma Unidade de Pronto atendimento (UPA), mas já chegou sem vida.

A mulher foi conduzida para delegacia onde ficará a disposição da justiça.

PM suspende soldado suspeito de matar homem após discussão de trânsito em Palmas

Confusão teria começado após a vitima atingir a traseira do carro que o policial Alisson Rocha de Barros dirigia.

O soldado Alisson Rocha de Barros foi afastado pela Policia Militar de suas funções. Ele é suspeito de matar o lanterneiro Flávio Nunes Leite, de 28 anos, após uma discussão no trânsito.

A confusão teria começado após Flávio ter atingido a traseira do carro que Alisson Rocha dirigia. Testemunhas contaram que após ser baleado, a vítima caminhou alguns metros e caiu.

O lanterneiro ficou por cerca de dez minutos agonizando e pedindo socorro até a chegada do Serviço Médico de Urgência (Samu).

Os parentes registraram a ocorrência na corregedoria da polícia militar. Segundo a irmã da vítima, Lucilene Nunes, a família quer justiça

“O motorista do carro da frente já foi se identificando, falando que era policial e apontando para ele uma arma. Meu irmão correu, no ato que ele correu, o suposto policial saiu correndo atrás dele, meu irmão caiu dentro de uma vala. Mesmo dentro de uma vala ele não teve piedade, ele atirou sem dó”, conta

Emocionada, a mãe de Flávio, Dona Apolinaria Leite, conta que o seu filho não era ladrão.

“Meu filho viveu do trabalho para casa, entendeu. Porque que esse homem fez isso com ele sem motivo?”.

Flávio chegou ser levado ao hospital mas nao resistiu . A família também afirma que o salário dele, de R$ 1 mil, teria desaparecido após ele ser baleado.

A Polícia Militar informou que além de afastar o soldado, também está com um procedimento interno aberto investigando o caso e que vai apurar as declarações da família.

A Divisão de Homicídios, que investiga o caso, disse que aguarda os laudos para concluir o inquérito.

*Com informações do G1

Muito choro e comoção no sepultamento da pequena Júlia que foi morta pela mãe

Em clima de muita tristeza, familiares e pessoas próximas da pequena Júlia Félix de Moraes, 2 anos, [morta a facadas pela mãe

O velório é realizado no Cemitério Municipal São Januário, em Padre Bernardo (GO), cidade do Entorno localizada a 100 km do DF.

Pai de Júlia, o recepcionista Giuvan Félix , 25 anos, chegou ao local por volta das 07:30 acompanhado pelo irmão e outros parentes.

Ele também foi ferido durante pela ex-companheira Laryssa Yasmin Pires de Moraes, 21, mãe de Júlia, presa em flagrante.

A família pediu que a imprensa não entre na capela. Segundo pessoas que estão no local, Giuvan está muito abalado e se ajoelhou ao lado do caixão branco de Júlia.

https://www.metropoles.com/distrito-federal/abalado-pai-chega-a-velorio-de-menina-assassinada-pela-mae

CASAL DE IDOSOS COMETE SUICÍDIO PARA NÃO DAR TRABALHO AOS FILHOS


Um dos idososos matou o outro e depois cometeu suicídio.

O acordo do casal de velhinhos foi explicado em carta deixada à família

.
A noticia que circula em todas as redes sociais diz que o senhor José Aedo, de 94 anos, e a senhora Blanca Saéz, de 86 anos de idade, viviam harmoniosamente casados oficialmente há 62 anos,.

E eles construíram com muita luta e muito esforço, uma família numerosa, honesta e de renome onde moravam.

Dona Blanca teve quatro filhos com o esposo amado José, desses quatro filhos, eles ganharam 6 netos. Mas o fim de vida desse ilustre casal é chocante demais.
Em El Bosque, na cidade de Santiago, no Chile. O casal lindo e amoroso foi encontrado de mãos dadas já sem vida.

A neta que os encontrou deu por fé que do lado dos corpos havia uma carta, com a assinatura dos dois, na escrita estava a justificativa da decisão tomada em comum acordo.
Os avós daquela menina, que teve que dar a noticia aos demais familiares sob muito pranto, disseram na carta, em poucas linhas, que não queriam pesar no orçamento da família, que temiam adoecer e dar trabalho aos filhos e netos.

Após isso, um dos filhos encontrou uma arma no local do incidente, assim que os policiais chegaram e investigaram tudo, concluíram que naquele lugar havia ocorrido um homicídio seguido de suicídio.

Isso significa que um deles matou o outro e, em seguida, tirou a própria vida.
De acordo com informações contidas no site ABC um dia antes da fatalidade, o casal passou por uma consulta ao geriatra.

A família está em pedaços, em entrevista disseram que não faz o menor sentido o que motivou a morte de seus pais, as netas estão inconformadas em perde-los dessa maneira.
Fonte: O Dia Notícias

Homem atira na ex e mata homem que curtiu foto dela nas redes

A mulher foi levada ao hospital e passou cirurgia de emergência. O suspeito está foragido.

Um caminhoneiro de 45 anos atirou na ex-namorada e matou um homem que havia curtido uma foto dela nas redes sociais, em Nova Crixás (GO), nessa quinta-feira (13/02/2020).

Júnior Vagner Moura Gomes é procurado pela polícia. As informações são do

IG.

O casamento havia terminado há dois anos, segundo pessoas próximas à vítima.

Mas, ao ver uma curtida na foto da ex, Júnior invadiu a casa do pedreiro Gilvan de Jesus e o matou com um tiro no pescoço.

Após o crime, ele foi até a casa da namorada e atirou no rosto dela. A mulher foi levada ao hospital e passou por uma cirurgia de emergência.

O suspeito vai responder por homicídio e tentativa de feminicidio.

https://www.metropoles.com/brasil/homem-atira-na-ex-e-mata-homem-que-curtiu-foto-dela-nas-redes

Polícia prende suspeito de matar menina e esconder corpo em fossa

Elivelton Santos Furtado, acusado pela morte de Heloá Pereira, de 11 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça em 2019.

A polícia prendeu nesta sexta-feira (14/02/2020), em Tapiraí, interior de São Paulo, Elivelton Santos Furtado, de 22 anos, suspeito de matar a menina Heloá Pereira, de 11 anos, a facadas e esconder o corpo dentro de uma fossa, nos fundos da casa da família da vítima, no bairro Vila Eraldino, na zona rural de Piedade (SP). São informações do G1.

Policiais militares que estavam em patrulhamento pela estrada que liga a cidade a Pilar do Sul (SP) viram o rapaz caminhando pelo acostamento por volta de 12h20.

Ao perceber a aproximação da viatura, ele tentou fugir pulando uma cerca, mas foi alcançado e reconhecido pela equipe. Na delegacia, Elivelton confessou o crime.

A Justiça havia decretado a prisão temporária dele no dia 21 de dezembro do ano passado.

O suspeito é vizinho da família de Heloá e desapareceu na manhã do dia 20. Segundo a polícia, ele ajudou os moradores nas buscas pela menina.

Nervoso
A mãe do suspeito acompanhou a polícia na procura pelo filho e chegou a dizer que quer que a justiça seja feita, caso ele seja o autor.

Segundo ela, no dia do crime, Elivelton estava bastante nervoso, limpou o quarto e queimou objetos no quintal.
Em janeiro deste ano, familiares e amigos se organizaram em grupos para procurar pelo suspeito.

Uma força-tarefa das polícias Civil e Militar, da Guarda Municipal e de voluntários também foi realizada na cidade atrás de pistas de Elivelton.
Segundo a Polícia Civil, o caso será registrado como captura de procurado em Tapiraí e seguirá para Piedade, por onde corre o inquérito policial.

https://www.metropoles.com/brasil/policia-prende-suspeito-de-matar-menina-e-esconder-corpo-em-fossa

Vereadores recebem professores para debater pautas da categoria

Encontro entre parlamentares e profissionais da educação discutiu abono salarial com recursos do Fundeb, reajuste e ampliação das matrículas dos educadores.

Após o terceiro dia de manifestação na galeria da Câmara de São Luís, que reuniu mais de 50 servidores da rede municipal de educação.

Um grupo que integra o movimento “Vigília dos Professores” como se auto-denominam os participantes, voltaram a se reunir com alguns vereadores para dar continuidade aos debates sobre a pauta de reivindicações da categoria.

No encontro desta quarta-feira (12), a presidente do Sindicato dos Profissionais do Magistério do Ensino Público Municipal de São Luís (Sindeducação), Elisabeth Castelo Branco, explicou aos parlamentares o conteúdo de um Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo – que começou a tramitar na Casa Legislativa – autorizando a administração municipal a conceder abono aos educadores com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Além disso, também foram abordados temas como reajuste salarial, ampliação das matrículas dos educadores, condições de trabalho, previdência e saúde.

O debate sobre os assuntos relacionados à categoria terá continuidade na próxima semana, quando será realizado o próximo encontro entre representantes da Câmara e Prefeitura.

Apenas oito vereadores participaram deste encontro com os professores: Pavão Filho (PDT), Honorato Fernandes (PT), Bárbara Soeiro (PSC), Marcial Lima (Podemos), Estevão Aragão (PSDB), Genival Alves (Sem partido), Umbelino Júnior (Cidadania) e Ricardo Diniz (Sem partido).

Durante a sua explanação, a professora Elisabeth Castelo Branco, presidente do Sindeducação, explicou que o abono não valoriza a categoria, que está há quatro anos sem reajuste salarial e sem a implantação dos direitos estatutários (2018-2019). Segundo ela, são 32,15% de perdas salariais entre 2017 a 2020.

“O pagamento desse abono, com as sobras do Fundeb, demonstra que a Prefeitura de São Luís tem sido ineficiente no planejamento e utilização desses recursos, e confirma que o prefeito poderia ter implantado o reajuste nacional dos profissionais do Magistério e o pagamento dos Direitos Estatutários (2018-2019)”, frisou.

A sindicalista destacou ainda que a Mensagem 05/2020, acompanhado do Projeto de Lei, seria um verdadeiro ‘cheque em branco’, onde o Executivo, segundo relatou, pede apenas a autorização dos vereadores para gastar, como bem entender, os mais de R$ 30 milhões de reais do Fundeb.

Diálogo aberto

O vereador Pavão Filho, líder do governo na Casa, lembrou qeu seria importante manter o diálogo aberto e destacou o próximo encontro entre representantes da Câmara com os secretários de Educação, Moacir Feitosa e com a de Administração, Mittyz Fabíola Rodrigues, para tratar da questão do abono e da pauta da categoria.

Outras pautas

Além do abono, os profissionais da educação também pedem a ampliação das matrículas e reajuste nos vencimentos dos educadores.

Os professores cobraram do Executivo o envio à Câmara de um Projeto de Lei, para tratar da ampliação das matrículas dos educadores que possuem dois vínculos na rede de ensino municipal.

Além disso, cobram o pagamento do reajuste salarial, que segundo a categoria, a Prefeitura tem plenas condições de cumprir a reivindicação, pois, conforme relatos, o repasse do FUNDEB, em 2019, cresceu cerca de 10%.

Além disso, de acordo com eles, a arrecadação municipal também evoluiu.

https://www.camara.slz.br/vereadores-recebem-professores-para-debater-pautas-da-categoria/

Marido mata esposa e esconde corpo embaixo da cama

Policiais da Força Tática do 14° Batalhão foram ao Bairro Lagoa Verde atender uma ocorrência onde um indivíduo fugitivo do Presídio Itamar Guará, estaria armado.

E ao chegar na residência localizada na Rua Santa Ana, encontrou o indivíduo José Mauro.

Este ao ser indagado pela arma de fogo, falou que a arma estaria embaixo do travesseiro e embaixo da cama estava corpo da companheira dele Maria Vitória.

Os policiais entraram na residência é encontraram o corpo e a arma no local informado.

Maria Vitória, foi morta com dois tiros, a arma encontrada, um revólver calibre 38, com duas munições deflagrada e uma intacta.

O casal tinha mudado para residia na segunda-feira, eles tinham morado um mês num Condomínio na Rua São Pedro, na mesma localidade.

Dentro da residência foram encontrados vários celulares e uns aparelhos de Academia, tudo fruto de roubo e furto.

A vítima era natural de Paragominas, tinha chegado recente no bairro, ele informou aos policiais que matou a companheira porque a mesma tinha usado droga sua sem sua permissão.

Vizinhos informaram que na noite de terça-feira, teriam ouvido dois disparos de arma de fogo na residência.

A suspeita é que na noite desta quarta-feira o acusado iria enterrar o corpo no quintal.

Policiais da Força Tática, apresentaram José Mauro, no Plantão Central da 10 Delegacia Regional de Segurança.

O preso foi apresentado com acusações pelos crime de Feminicidio e ocultação de cadáver, pelo Delegado de Plantão, Dr. Charles.

https://www.metropoles.com/distrito-federal/df-mae-diz-que-matou-filha-na-pia-da-cozinha-com-tres-facadas

Mãe diz que matou filha na pia da cozinha com três facadas

Indiciada por homicídio duplamente qualificado, Laryssa Yasmim narrou detalhes de como tirou a vida de Júlia, de apenas 2 anos.

Em depoimento à 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro) nesta quinta-feira (13/02/2020), Laryssa Yasmim Pires de Moraes, 21 anos, narrou detalhes de como executou a facadas a própria filha.

Segundo a jovem, o crime ocorreu na cozinha do apartamento que tem apenas três cômodos.

O imóvel fica localizado na Chácara 148 da Colônia Agrícola Samambaia, em Vicente Pires.

Ela contou ter acordado por volta de 5h30 da manhã. Depois, colocou sobre a pia um colchão de berço e levou a filha até a bancada.

“Tentou dar uma facada, mas não deu certo. O bebê começou a chorar e foi aí que ela tentou sufocar com a mão, fechou o olho e acertou outras duas vezes”, descreve o delegado.

O primeiro golpe acertou a pequena Júlia Félix de Moraes, de apenas 2 anos, próximo ao pescoço, mas não chegou a perfurar a pele da menina, pois Laryssa teria usado pouca força.

No entanto, na sequência, ela apunhalou a garota mais duas vezes e, dessa vez, a lâmina penetrou o tórax.

Segundo as investigações, a barbárie foi praticada com uma faca tipo peixeira, de ponta triangular.

Após tirar a vida da criança, Laryssa foi ao quarto onde o ex-companheiro e pai de Júlia dormia e tentou acerta-lo.

Gilvan Félix teria acordado assustado e, na tentativa de desarmar a mulher, acabou se ferindo no rosto.

Após tomar a faca de Laryssa, ele se deparou com a filha ensaguentada e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)

“Enquanto Giuvan estava no telefone, ela guardou a faca e escondeu o colchão na área de serviço, que encontramos após voltarmos à casa”, afirma o delegado.

Sem motivo

Mesmo contado todos os detalhes do assassinato, a mulher não apresentou um motivo.

Os investigadores suspeitam que ela não aceitava o fato dos avós maternos e paternos terem procurado a Justiça para tentar tirar a guarda da menina.

Ela foi indiciada por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e por impossibilitar a defesa da vítima.

Ela ainda responderá pelo crime de lesão corporal praticada contra Giuvan.
Laryssa ainda foi submetida a exame toxicológico. A polícia quer saber se ela estava sob efeito de drogas no momento do crime.

Como Giuvan afirma não ter ouvido nenhum grito do bebê, a hipótese levantada pelo delegado é que ele tenha possa ter sido dopado.
“Todo o prédio ouviu, menos ele”, conta. O pai da criança, inclusive, diz se lembrar de ter tomado um suco feito por Laryssa.

Briga pela guarda

Giuvan e Laryssa estavam morando juntos desde janeiro, quando a mulher foi expulsa de casa pela mãe. Como não tinha onde ficar, ela pediu para ficar na casa dele por um tempo.

Como a acusada não tratava bem a criança, Giuvan buscava conseguir a guarda.

Ao buscar informações na Defensoria Pública, no entanto, ele foi orientado a pedir que Laryssa saísse de casa, uma vez que a pessoa que ele queria retirar a guarda estava junto dele.
Foi aí que, na última semana, foi dado o ultimato para que ela deixasse o imóvel, manobra apoiada, inclusive, pela avó materna da criança. Apesar dos sucessivos pedidos de Giuvan, ela sempre adiava a saída do imóvel.
“Ela até chegou a dizer que voltaria para a antiga namorada, para irritar Giuvan, mas não surtiu efeito”, diz Josué.

Facas periciadas

Todas as facas da casa serão periciadas. A 12ª DP contará com a ajuda de papiloscopistas da PCDF para tentar elucidar o assassinato.

De acordo com o delegado Josué Ribeiro, a intenção de contar com o apoio desses especialistas é para saber qual faca foi utilizada para desferir os golpes em Júlia.

“Os cabos dessas facas serão analisados para achar digitais da mulher, ver qual a suspeita usou”, explica.

Outro meio de entender o caso será a busca por testemunhas. Segundo o delegado, uma pessoa é esperada para ser ouvida, e os agentes da DP estão em busca de outras.

Troca de acusações

Após confessar que havia matado a filha e ter sido presa em flagrante, Laryssa acusou, em depoimento prestado na 12ª DP, o pai da menina pelo crime.

Giuvan chegou a ser detido, mas acabou liberado por falta de provas e porque a própria Laryssa voltou atrás e novamente voltou a dizer que fez tudo sozinha.
A policiais militares que foram ao local do crime, Laryssa levantou o braço quando foi questionada sobre quem havia matado Júlia. A mulher não resistiu à prisão em flagrante.

Ao ser indagada sobre o que teria feito, ela disse:
“Não sei, não sei, não sei!

Matei minha filha“, de acordo com informações registradas na 12ª DP.

https://www.metropoles.com/distrito-federal/df-mae-diz-que-matou-filha-na-pia-da-cozinha-com-tres-facadas