A senhora Nair Machado deixou uma mensagem em seu perfil no Facebook poucas horas antes de tirar sua vida.
Mãe Nair
Segundo informações, inclusive de seu perfil, ela tinha depressão e se tratava de um câncer.
Também era mãe desse rapaz da foto, um autista severo.
Há tempos ela lutava na justiça por um lugar para acolhimento de seu filho.
No dia 17 de dezembro ela não suportou mais.
O mais triste é olhar os comentários do post em que anuncia que comentará suicídio e não ver nenhum comentário no dia de sua morte, mas apenas mais de 24 horas depois.
Talvez, as pessoas pensem que seja para chamar a atenção, ou têm medo de se envolverem, ou que seja brincadeira, ou que não saiba o que dizer.
Contudo é fato, ninguém da rede a ajudou. O que demonstra o quão falsas são tais amizades.
Pois depois do ocorrido muitos foram lamentar e julgar. Oremos por seu filho para que encontre um lugar que possa continuar vivendo. Deus tenha misericórdia de nós.
Uma mulher identificada como Vandailma Ferreira da Costa foi assassinada a facadas na manhã desta quarta-feira (18), dentro de casa no município de Marcos Parente, a 256 km de Teresina.
O principal suspeito, ex-companheiro da vítima, foi achado morto horas depois.
De acordo com a Polícia Militar de Marcos Parente, os policiais já foram acionados com a informação de que João Batista havia esfaqueado a ex-companheira e fugido em direção a localidade onde ele morava, conhecida como Taboca.
Ao chegar ao local, a polícia encontrou a mulher morta. Policiais das cidades vizinhas foram acionais e, após algumas horas de busca, também localizaram João Batista morto. A principal suspeita é de suicídio e o caso será investigado.
O G1 entrou em contato com a Polícia Civil da cidade, que informou que não irá se pronunciar sobre o caso no momento.
17 jovens desmaiaram, na tarde dessa quarta-feira (17), durante do terceiro dia de uma gincana no Centro de Ensino Almirante Tamandaré, no bairro Cohab, em São Luís.
Segundo informações que circularam em grupos de WhatsApp, eles teriam passado mal após a inalação de uma fumaça.
Conselheiros tutelares, que estiveram no Socorrinho do Cohatrac, para onde os jovens foram levados, disseram que os medidos descartaram os desmaios por intoxicação alimentar ou inalação de fumaça.
“Pelas informações, ao perceberem que iriam perder os jovens tiveram um colapso emocional, com desmaios e choro. Eles estão bem e já tiveram alta”, diz um dos conselheiros.
Em nota, a Seduc diz que alguém que ainda não foi identificado estourou um sinalizador, causando tumulto e levando vários estudantes a passar mal.
Acrescentar que equipes estiveram no local dando todo o suporte às vitimas e acompanhando a apuração da situação junto às autoridades, a fim de compreender o ocorrido e tomar as medidas cabíveis no âmbito administrativo e pedagógico, assim que for identificada a responsabilidade dos fatos.
Confira a íntegra da nota
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa que na tarde desta quarta-feira (18) a comunidade escolar do Centro Educa Mais Almirante Tamandaré, escola da rede pública estadual localizada no bairro da Cohab, estava realizando uma Gincana, quando, ao final, alguém que ainda não foi identificado estourou um sinalizador, causando tumulto e levando vários estudantes a passar mal.
A Seduc esclarece que o Samu e o Corpo de Bombeiros foram imediatamente acionados, para prestar socorro às vitimas. Ao todo, 17 estudantes foram levados ao pronto-socorro e já foram liberados, após atendimento.
Por fim, a Seduc informa que equipes da Secretaria estiveram no local dando todo o suporte às vitimas e acompanhando a apuração da situação junto às autoridades, a fim de compreender.
A advogada Elda Silva Gomes Pereira estará recebendo em poucos instantes a medalha Simão Estácio da Silveira.
A mais alta comenda oferecida pelo Legislativo Ludovicense.
Ladeada pela família e amigos, a advogada já se encontra no buffet Vila Really, na Avenida dos Holandeses, acompanhada dos familiares, incluindo o marido- o desembargador aposentado Manoel Pereira e o filho, o advogado Breno Pereira.
A medalha será entregue pelo vereador Astro de Ogum, vice presidente da Câmara Municipal.
Daqui a pouco o vereador Astro de Ogum, vice presidente da Câmara, estará entregando a medalha Simão Estácio da Silveira, a mais alta honraria do Legislativo Municipal, a advogada Elda Silva Gomes Pereira, a apresentadora e diretora da construtora Estrela- Rejane Braga e a líder comunitária Inacia Nunes Cardoso.
O evento está acontecendo neste momento no buffer Vila Realle, na Avenida dos Holandeses.
“Todo mundo sabe que crianças de 8 anos numa escola vão brigar e vão se comportar mal de vez em quando”, disse o advogado, para quem a diretora e o vice-diretor da escola não podem ser responsabilizados. ALERTA DE GATILHO: SUICÍDIO
Quando Cornelia Reynolds descobriu que Gabriel Taye, seu filho de 8 anos, havia tentado se suicidar após chegar em casa da escola no dia 26 de janeiro de 2017, ela realizou uma RCP (reanimação cardiopulmonar) e ligou para a emergência. Os paramédicos tentaram reviver o menino, mas ele estava sem pulso.
Enquanto levavam seu filho, Cornelia gritava aos prantos: “Por quê, Gabe? Por quê, bebê? Por que você fez isso?”
Esta questão está no cerne de um processo movido pelos pais de Gabriel contra os funcionários do distrito escolar público das Escolas Públicas de Cincinnati (EUA) e da Escola de Ensino Fundamental Carson,afirmouJennifer Branch, advogada da família, durante uma audiência.
A família acusa os funcionários da escola de encobrirem a violência e o bullying sofridos diversas vezes por Gabriel – o que, segundo a família, torna a escola responsável pela morte do menino.
“Estes pais não faziam ideia do que acontecia na Escola de Ensino Fundamental Carson”, disse Jennifer Branch a um grupo de juízes na Corte de Apelação do 6º Circuito.
“Eles não tinham ideia do quão perigoso era o terceiro ano do ensino fundamental dessa escola”, prosseguiu a advogada.
Gabriel adorava ir bem vestido à escola e usar gravatas. O menino de 8 anos adorava cantar e dançar, pescar com sua mãe e jogar com seu pai. Ele era um garoto inteligente que tirava notas altas, de acordo com seus pais.
Eles não sabiam que, dois dias antes de sua morte, Gabriel tinha sido atacado por um estudante no banheiro masculino e ficado desacordado no chão durante sete minutos.
Nesse período, vários outros estudantes passaram pelo menino, parando apenas para ridicularizar e chutá-lo, de acordo com a advogada – e com o vídeo do incidente captado pela câmera de segurança.
A escola não ligou para a emergência e esperou mais de uma hora antes de ligar para Cornelia, e apenas para avisá-la que Gabriel tinha “desmaiado” e que seus “sinais vitais estavam bons”, segundo consta no processo.
Os funcionários da escola disseram que responderam de maneira adequada ao incidente e que não havia como saberem que Gabriel tentaria se machucar.
Após o incidente no banheiro, Gabriel disse à mãe que só lembrava de ter caído e machucado a barriga.
Ela levou o menino a um hospital após uma crise de vômito e não deixou que ele fosse à escola no dia seguinte.
Mas, no dia 26 de janeiro de 2017, o menino retornou à escola, uma “decisão que a mãe nunca teria tomado se soubesse da agressão”, afirmam os autos.
Quando Gabriel voltou ao banheiro naquele dia, dois estudantes roubaram sua garrafa de água, jogaram-na no vaso e tentaram dar descarga.
O menino relatou o ocorrido a um professor, que não tinha ciência da agressão anterior e “não reconheceu a seriedade do incidente”, afirma o processo.
Naquela noite, após chegar em casa da escola, Gabriel se suicidou.
Os funcionários da escola sabiam que Carson era uma “escola violenta” e que Gabriel era vítima de bullying e de outros “comportamentos agressivos” desde que tinha 5 anos e cursava o 1º ano do ensino fundamental, disse Jennifer Branch aos juízes.
Eles sabiam que o menino fora vítima de “comportamentos agressivos” em pelo menos seis incidentes durante o 3º ano, mas só notificaram sua mãe sobre três, alegam os autos.
“Eles também sabiam que o bullying pode levar ao suicídio”, disse a advogada, citando a política da escola que constata que o suicídio é um dos riscos conhecidos do bullying.
Funcionários da escola “encobriram” o bullying e o comportamento agressivo vividos pelos estudantes, incluindo Gabriel, na Escola de Ensino Fundamental Carson, afirma o processo.
Eles ocultaram informações dos pais de Gabriel sobre a extensão do bullying sofrido pelo menino, bem como sobre a agressão no banheiro registrada pelas câmeras, segundo os autos.
“Se os pais de Gabe soubessem do perigo que o menino corria em Carson, teriam tirado ele de lá”, atesta o processo.
A escola argumenta que Gabriel não sofria bullying de “padrão generalizado” porque nenhum dos seis supostos incidentes em que estava envolvido “compartilhava um mesmo padrão” ou era caso de “desentendimento recorrente com um mesmo estudante”.
A escola também argumenta que seus funcionários foram “cuidadosos e solícitos” com Gabriel, punindo os estudantes acusados de praticar bullying.
Aaron Herzig, advogado dos administradores da escola, argumentou na semana passada que os funcionários da escola não agiram com negligência e que não deveriam ser responsabilizados pela morte de Gabriel.
Ruthenia Jackson, diretora da Carson, e Jeffrey McKenzie, vice-diretor, “agiram como se espera que administradores escolares ajam”, afirmou Herzig.
Responsabilizá-los pelo suicídio de um estudante abriria “novas perspectivas para a responsabilização de escolas”, disse.
“Todos nós sabemos que crianças de 8 anos em uma escola vão brigar e vão comportar-se mal de vez em quando”, prosseguiu.
As leis de Ohio declaram que “a violência entre estudantes não é algo que pode ser controlado e erradicado pelos funcionários das escolas”, afirmou.
Herzig arguiu que as alegações no processo não comprovaram que Jackson e McKenzie deveriam ter ciência de que Gabriel “estaria sob risco considerável de suicídio”.
“Não houve nenhum ato de ignorância consciente de um risco conhecido [de suicídio] porque nem todo ato de violência entre dois estudantes leva ao suicídio”, afirmou Herzig.
O advogado disse ainda que Jackson e McKenzie não tinham como prever que Gabriel se suicidaria porque a criança nunca apresentou ideações suicidas ou expressou depressão.
Mas Jennifer Branch, advogada da família do menino, disse que os funcionários da escola devem ser processados “se estiverem mentindo para os pais”.
“Porque os pais confiam neles para cuidar de seus filhos”, afirmou a advogada.
O vídeo da câmera de segurança do incidente no banheiro, ocorrido dois dias antes da morte de Gabriel, mostra um estudante atacando os outros alunos.
Quando Gabe entrou no lavabo, estendeu sua mão para o agressor. O estudante pegou a mão de Gabriel e o puxou em direção à parede, afirmam os autos. Gabriel bateu a cabeça em algo e caiu desmaiado no chão.
O vídeo mostra que o outro estudante aparentemente comemorou o “nocaute” de Gabriel, segundo o processo.
Mais de uma dezena de estudantes passaram pelo banheiro enquanto Gabriel estava caído inconsciente, aparentemente parando apenas para ridicularizar e chutar o menino, o que demonstra “o ambiente de tolerância com o bullying e a agressão em Carson”, declara o processo.
O vice-diretor, McKenzie, aparece posteriormente no vídeo dando uma olhada em Gabriel.
Em vez de verificar se o menino está respirando ou tentar ajudá-lo, McKenzie ficou “apenas parado lá, esperando a chegada de outras pessoas”, Jennifer Branch afirmou na audiência.
Após a chegada da enfermeira da escola, Gabriel recobrou a consciência.
A advogada disse que McKenzie e a enfermeira não observaram a política da escola de ligar para a emergência caso um estudante passe mais de um minuto inconsciente.
Mais de uma hora depois, a enfermeira ligou para Cornelia e disse que Gabriel tinha “desmaiado”, “estava alerta” e seus “sinais vitais estavam bons”, segundo consta no processo.
Quando Cornelia perguntou se seu filho precisava ir a um hospital, ouviu que não era necessário nenhum tratamento médico adicional, de acordo com o processo.
O distrito escolar já havia declarado anteriormente que o tempo em que Gabriel ficou imóvel e a falta de supervisão por um adulto foram motivo de “apreensão”, mas acrescentou que os administradores escolares “agiram imediatamente segundo o protocolo” ao chamar a enfermeira da escola.
A polícia e o Ministério Público de Cincinnati não apresentaram nenhuma denúncia relacionada à morte de Gabriel.
O legista do Condado de Hamilton, que reabriu as investigações sobre a morte de Gabriel após a escola liberar o vídeo do incidente, encerrou a investigação sem acrescentar nada à causa original do suicídio, segundoreportagemda rede WCPO.
“Até dar à luz a Gabe, Cornelia Reynolds não tinha noção de quanto amor tinha para dar”, diz a ação. “Sua vida está vazia sem seu único filho, sem seu melhor amigo.”
Como pedir ajuda
De acordo com o CVV (Centro de Valorização da Vida), o suicídio mata um brasileiro a cada 45 minutos — e poderia ser evitado em 9 de cada 10 casos.
A entidade presta serviço voluntário e gratuito de amparo emocional com discrição. Os telefones são 188 ou 141, de acordo com a região do país. Mais informações:www.cvv.org.br.
Vereadores do município de Codó, no interior do Maranhão, pretendem aumentar os próprios salários a partir do início do ano que vem.
A informação foi confirmada por uma fonte do Blog do Marco Silva que trabalha para um dos 12 vereadores que dão sustentação ao governo municipal.
“Com Leonel Filho na presidência o recurso da Câmara que foi bloqueado pelo prefeito voltará ao de antes e terá votação de projeto pra aumento de salário dos vereadores”, revelou nossa fonte.
Atualmente os parlamentares codoenses recebem mensalmente, exatos, R$ 6.078,00. De acordo com a Constituição, vereadores de municípios do tamanho de Codó, entre 100 e 300 mil habitantes, podem receber o máximo 50% da remuneração paga aos deputados estaduais (R$ 25.322,25 no Maranhão). Caso o limite previsto em lei seja integralmente aplicado pela Câmara Municipal, os salários dos edis saltarão para até R$ 12.661,12.
O vice-presidente da Câmara de São Luís, vereador Astro de Ogum -participa de uma reunião com lideranças comunitárias na residência da senhora Ana Nery, no bairro Sacavém.
Durante o encontro, a anfitriã que é cadeirante, mesmo com suas limitações físicas, demonstra muita energia, uma brilhante simpatia e muito empenho em defesa das causas sociais de sua comunidade. É uma mulher que inspira seus familiares e amigos.
O vereador Genival Alves (PRTB) reuniu-se, esta semana, com representantes da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (CAEMA).
Oportunidade na qual tratou de melhorias para os moradores do Residencial Ribeira, conjunto habitacional construído na zona rural de São Luís através do programa federal Minha Casa, Minha Vida.
Genival dialogou com os moradores da localidade, que repassaram ao parlamentar inúmeras reivindicações nas áreas da saúde, educação e infraestrutura, por exemplo.
A principal delas, considerada emergencial e que continua prejudicando centenas de famílias, diz respeito a falta de abastecimento de água na região.
O vereador recebeu dos representantes da Companhia a garantia de que, em breve, dois novos poços artesianos serão perfurados nas proximidades do Residencial.
“Os representantes da CAEMA também informaram que neste período, enquanto as obras não forem concluídas, será ampliado o chamado rodízio nesta região da zona rural.
A medida amenizará o problema da falta de abastecimento, beneficiando as famílias que residem no Residencial da Ribeira”, explicou o vereador durante pronunciamento feito no plenário da Câmara Municipal nesta terça-feira (17).
Genival Alves lamentou o fato do Residencial construído pela Prefeitura com recursos federais ainda não dispor de equipamentos públicos necessários para atender bem os moradores, como unidades básicas de saúde e escolas.
O vereador lembrou que, no caso de empreendimentos imobiliários construídos com recursos do Minha Casa, Minha Vida, cabe ao Município oferecer contrapartida que proporcione a implementação destes equipamentos.
“Vou continuar cobrando do Poder Público educação e saúde de qualidade para os moradores do Residencial Ribeira. Estas famílias tem todo o meu apoio e respeito e sempre poderão contar comigo”, finalizou.
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