Dois homens em uma moto acabaram atingindo com três tiros na noite desta terça-feira, (5) o homem identificado como Paulo Antônio Viegas Silva.

Ele havia se apresentado a tarde na Delegacia Especial da Cidade Operaria para ser ouvido no inquérito que investiga a morte do vigilante Ricardo Bruno Costa Pereira, 25 anos que trabalhava na Funac.
Ele foi atropelado no último final de semana quando conduzia uma moto Honda de placas PTN- 1467, na região da Cidade Operaria.
O carro Astra de placas DFN-3825, envolvido no acidente era dirigido por Paulo Antônio.
Segundo as informações ele se desentendeu com a vítima no trânsito e na discussão teria projetado o veículo contra a moto.
Com o choque Bruno acabou morrendo e Paulo Antônio tratou de fugir do local.
No entanto ele foi identificado através de uma das placas do veículo que soltou no momento do acidente.
Na tarde desta terça-feira, ele se apresentou na Delegacia Especial da Cidade Operaria onde foi ouvido a cerca da morte do funcionário da Funac e depois foi liberado.
Já a noite ele saiu de casa no Jardim São Cristóvão para comprar um lanche e ao chegar nas proximidades do Bar Molusco, foi surpreendido pelos dois homens que efetuaram vários disparos na vítima.
Paulo Antônio foi socorrido e levado para o hospital Socorrão II, onde está internado. Os autores do crime fugiram do local e o caso está sendo investigado pela polícia.
A suspeita é de que o crime tenha sido motivado por vingança em função do envolvimento de Paulo Antônio na morte do servidor da Funac.
Com informações Silvan Alves






Uma motorista teve seu carro depredado após tentar passar pela manifestação de garimpeiros, que bloqueou um trecho da BR-174, próximo a ponte do Rio Cauamé, na segunda-feira (04/11.A microempresária Jaimina Di Manso disse que tentou se aproximar com o veículo do protesto, para pedir autorização para passar, mas nesse momento teve o carro atacado por manifestantes com paus e pedras.“Eu precisava levar a minha mãe que é diabética para tomar sua injeção de insulina.Tacaram pedras no carro, quebram o para-brisa e todos os vidros do carro. Os estilhaços atingiram a gente, inclusive minha filha, uma criança de seis anos”, afirmou.




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