VÍDEO: Vereador Astro de Ogum estaria sendo vítima de sórdida trama de conspiração visando sua Ilegibilidade?

Desde o último dia 12, quando a residência do vice-presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum,.

Que foi alvo de um cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua casa…

Que muitas informações circulam nos bastidores políticos de São Luís, em relação à operação policial.

E envolvendo até então um aliado político, que foi preso em flagrante por posse de arma, o silêncio dos mortos vem sendo à estratégia utilizada.

Nas últimas horas, informações privilegiadas de fontes fidedignas evidenciam o verdadeiro objetivo do ataque sofrido pelo vereador Astro de Ogum.

A sua INEGEBILIDADE.

A trama sorrateira, covarde e cruel, entre outros personagens, estaria sendo orquestrada por um membro do próprio Poder Legislativo.

E com a ajuda de um integrante do Judiciário e eis que surge um novo personagem: o Ministério Público.

Numa reunião em um escritório às portas fechadas, na qual estaria presente um edil, um magistrado e um alto membro da cúpula do Ministério Público Estadual.

E o assunto em foco era como materializar um terceiro golpe contra o parlamentar, já que os dois primeiros, infelizmente, segundo eles, não obtiveram o resultado esperado.

A inelegibilidade é o caminho que deverá ser percorrido pelos algozes na tentativa de liquidar politicamente o vereador.

Para alcançar seus objetivos, duas frentes deverão ser seguidas: a primeira, alicerçada por uma nova denúncia.

E desta vez, assim como a acusação estapafúrdia de pedofilia, ligação com tráfico de “DROGAS” teria sido uma hipótese levantada e que ficou de ser avaliada com mais atenção.

A segunda frente alcança alguns assessores, que já estariam sendo alvos de escutas clandestinas.

Mas isso é outra história, que será detalhada em uma nova matéria.

A via crucis percorrida por Astro de Ogum nos últimos dias lembra muito a história do vagalume e a cobra *(assista ao vídeo)*.

Infelizmente a densidade eleitoral de um ex- menino de rua, vendedor de mariola e picolé…

Tem e muito incomodado àqueles que mesmo com uma trajetória abastada e privilegiada não conseguem alcançar o brilho do tão pequenininho vagalume.

Por- Assessoria do vereador Astro

VEREADOR PAVÃO FILHO SOLÍCITA REFORMA DO MERCADO DO ANJO DA GUARDA

O Mercado do Anjo da Guarda, está localizado na área Itaqui-Bacanga e é, considerando o segundo maior da Capital.

A falta de uma infraestrutura adequada, tem se tornado um transtorno para feirantes e visitantes, que convivem com a sujeira e sem higienização para a comercialização de produtos.

O Vereador Pavão Filho, sabe da importância do mercado do Anjo da Guarda para a população da região Itaqui Bacanga e vem lutando pela sua reforma desde o ano de 2013.

Para disponibilizar um espaço físico com estrutura adequada que atenda feirantes e a população.

O vereador Pavão Filho, salienta que é imprescindível a padronização do Mercado do Anjo da Guarda com todo serviço de orientação aos feirantes.

Para que haja a preservação do espaço e conhecimento sobre a manipulação dos alimentos e procedimentos corretos de higienização.

Já que o mercado é considerado o maior centro de comercialização de gêneros alimentícios da região.

É importante destacar, que a Companhia Vale do Rio Doce, assumiu compromisso com a Prefeitura de São Luís e com a Associação dos Feirantes no ano de 2013.

Isto em audiência realizada no Gabinete do Prefeito para a realização de uma parceria, visando a Reforma completa do Mercado do Anjo da Guarda.

A obra de Reforma do Mercado do Anjo da Guarda, foi formulada e aprovada pela Câmara Municipal de São Luís, por meio dos Requerimentos nº 348/13, nº 076/2014, nº 454/14, nº 066/15, nº 189/16, nº 004/17, nº 019/18, nº 066/19.

Ascom

Brasília: Crime da 113 Sul: Adriana Villela é condenada a 67 anos 

Arquiteta poderá recorrer em liberdade.

Ela é acusada de ter mandado assassinar pai, mãe e empregada.

Julgamento foi o mais longo do DF

julgamento mais longo da história do Distrito Federal chegou ao fim nesta quarta-feira (02/10/2019).

Após 10 dias e mais de 100 horas de discussões no Tribunal do Júri de Brasília, Adriana Villela foi condenada.

Ela é acusada de triplo homicídio triplamente qualificado dos pais e da empregada da família, mortos em 2009.

A pena total foi fixada em 67 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado.

A decisão dos sete jurados sorteados para o caso – quatro mulheres e três homens – foi anunciada pelo juiz Paulo Giordano por volta das 18h.

O caso, que ficou conhecido como crime da 113 Sul, é um dos mais rumorosos da capital federal.

A arquiteta foi condenada a 32 anos de reclusão pelo homicídio do pai, José Guilherme Villela, a mais 32 anos pelo da mãe, Maria Villela, e a 23 anos pelo assassinato da empregada da família, Francisca Nascimento Silva. Além disso, houve condenação de 3 anos e 6 meses pelo furto de joias e dinheiro.

As penas, contudo, não são somadas, e o juiz fixa o tempo total. Por isso, chegou-se aos 67 anos e 6 meses.
Além disso, houve condenação de 3 anos e 6 meses pelo furto de joias e dinheiro.

As penas, contudo, não são somadas, e o juiz fixa o tempo total.

Por isso, chegou-se aos 67 anos e 6 meses.
Os outros três envolvidos já condenados pelo Tribunal do Júri tiveram as seguintes penas: 62 anos para Paulo Cardoso Santana; 60 anos para Leonardo Campos Alves; e 55 anos para Francisco Mairlon.
Adriana não esboçou reação.

Após ouvir a pena, abraçou a filha, Carolina, e o advogado Antônio Carlos Almeida de Castro, o Kakay, e deixou a sala sem falar com a imprensa.

Ela não saiu presa do Tribunal do Júri, pois poderá recorrer em liberdade. A eventual prisão só ocorrerá após os recursos e o trânsito em julgado do processo.

Segundo a acusação, Adriana, de 55 anos, contratou por R$ 60 mil o ex-porteiro do prédio onde os pais moravam, Leonardo Campos Alves, para assassiná-losZ. Ele teria contado com ajuda de dois comparsas: o sobrinho Paulo Cardoso e o ex-entregador de gás Francisco Mairlon.
O ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, a advogada Maria Villela, pais da arquiteta, e a empregada do casal, Francisca Nascimento Silva, morreram esfaqueados em 28 de agosto de 2009, no apartamento do casal, na 113 Sul.

Foram 73 perfurações provocadas por armas brancas, no total.
O triplo homicídio do qual Adriana foi acusada tem três qualificadoras. Uma delas era motivo torpe.

Porque, de acordo com o Ministério Público, a filha queria se vingar dos pais pelos frequentes desentendimentos financeiros.

E o homicídio de Francisca ocorreu para garantir a impunidade pelos crimes.
Outra qualificadora era o uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas, pois as três foram surpreendidas em casa, quando não tinham razões para acreditar que seriam atacadas.

A terceira qualificadora foi meio cruel, pois os três vitimados receberam a maioria das facadas quando já estavam caídos.

Após a sentença ser declarada, o advogado Kakay criticou a decisão.

“Essa condenação é um erro judiciário inacreditável. O Tribunal do Júri tem essa característica”, afirmou.

Já o assistente de acusação Pedro Calmon disse que o caso se trata de “um dos crimes mais bárbaros que já vi na historia”.

“Ela matou o pai, a mãe e a empregada para tomar conta de uma fortuna.

Não digo que se fez justiça. Ainda achei muito pouco. Só o esfaqueamento de Francisca, morta para queimar arquivo, foi muito doloroso.

Não podemos nem imaginar a selvageria desse crime. Eu represento a família de Maria Francisca, e agora vamos pedir a indenização para os parentes, que ficaram sem nada após a morte dela”, disse Calmon

O que disse a ré

Ao chegar para o 10º e último dia de julgamento, Adriana falou pela primeira vez com a imprensa.

“Eu sou inocente e agradeço por estar trazendo isso à luz agora, aqui no tribunal”, declarou.
Em interrogatório que durou cerca de oito horas nessa terça-feira (01/10/2019), Adriana narrou um bom convívio familiar.

Durante toda a explicação, ela não tirou os olhos dos jurados. “Nós tínhamos um relacionamento amoroso, mas também havia conflitos.

Minha mãe não gostava do jeito que eu me vestia. Nem de que discordassem do que ela dizia. Ela era frágil e insegura, e se tornou forte pelas perdas que teve”, disse.
“Tenho, sim, muitos defeitos, mas entre esses defeitos não está ter mandando matar meus pais”, destacou.

A ré se recusou a responder perguntas do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e dos assistentes de acusação,

Bárbara Lira e Pedro Calmon.

Que representam a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Distrito Federal (OAB-DF) e parentes de Francisca, respectivamente.
O Metrópoles acompanhou desde o início, na segunda-feira (23/09/2019) da semana passada, todas as etapas do julgamento.

Foram 24 testemunhas ouvidas: oito de acusação e 16 de defesa.

Embate

Nesta quarta-feira (02/10/2019), acusação e defesa sustentaram suas teses no debate, última etapa do júri.

O MPDFT começou com a palavra. “Em um primeiro depoimento, ela [Adriana] disse que brigava igual ‘cão e gato’ com os pais”, lembrou o procurador Maurício Miranda.
O promotor Marcelo Leite Borges leu um trecho do laudo pericial sobre a personalidade da ré.

“A depoente se mostrou desafiadora, autoritária, irônica, invasiva, dissimulada, seletiva no discurso e na memória, com traços compulsivos, vitimização, dramatização, ambivalência, impulsividade, intolerância, frustração, agressividade e frieza, além de apresentar conduta manipulativa.

Percebeu-se a falta de laços afetivos em relação à mãe”, aponta o documento.
“O laudo da perícia deixou transparecer uma personalidade de autoritarismo e de uma pessoa manipuladora.

O mesmo que nós pudemos perceber no depoimento que ela prestou aqui, ontem [terça-feira (01/10/2019)]”.

“Além disso”, continuou Borges, “o texto também dizia que o vínculo com os genitores era somente material, distante de afetividade.

A ligação com a família era econômica e não sentimental”.

Cada assistente de acusação teve 15 minutos para exposição.

Pedro Calmon disse que nunca viu um crime tão covarde como este, em tantos anos de profissão:

A filha supostamente contratar o porteiro para assassinar o pai e a mãe, e ainda a empregada como queima de arquivo..
“Senhores jurados, está provado que ela contratou o Leonardo [Campos Alves], Leonardo contratou o Mairlon [Francisco Mairlon Barros Aguiar], e Mairlon contratou o Paulo [Cardoso], para queimar o arquivo”, apontou.

OAB e defesa

Segundo a representante da OAB, o órgão atuou como fiscalizador. “No fim, concluímos que a Ordem não encontrou elementos suficientes para imputar a Adriana esse crime.

Desejo que essa família possa ser reconstruída e inicie sua nova história”, apontou Bárbara.
Advogado de Adriana, Kakay indicou aos jurados que o crime da 113 Sul trata-se de um latrocínio.

“O próprio Leonardo, nesse plenário, primeiro disse que matou e depois se retirou.

Ele detalhou a cena do crime. Em muitos interrogatórios o Leonardo respondia que apenas ele e o Paulinho mataram. A intenção era matar para roubar. Não há dúvida.”

Kakay ainda elogiou o trabalho da Polícia Civil do DF, mas criticou as investigações da Coordenação de Crimes Contra a Vida (Corvida), à época chefiada pela delegada Mabel de Farias. “Isso é um processo criminal. Não é um romance. É a vida da Adriana que está em jogo.”

O defensor observou que Adriana nunca falou com Leonardo Campos Alves, porteiro do edifício onde os genitores da denunciada residiam e que já foi julgado e condenado pelo crime. “O que me interessa é a inocência da Adriana. Mais do que uma acusação frágil, ela não representa nenhuma realidade com os fatos”, salientou.

“A melhor prova que temos é que a família inteira a apoia. Não há ninguém que acredite que Adriana seja responsável por esse crime”, afirmou.
Outro advogado da ré, Marcelo Turbay lembrou que Adriana apontou à polícia Leonardo como suspeito do triplo homicídio. “Leonardo é o autor, é um assassino

Via- Metrópoles

Iceberg do tamanho da cidade de São Paulo se desprende na Antártida

Segundo especialista, soltura de bloco de 1.580 km² de área faz parte do ciclo normal das plataformas de gelo no continente.

Um iceberg de 1.580 quilômetros quadrados, área levemente superior à da cidade de São Paulo (1.521 km²), desprendeu-se da plataforma de gelo Amery, a terceira maior da Antártida.
O novo iceberg, chamado D28, soltou-se totalmente da plataforma no último dia 25.

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (30/09/2019), pelo Twitter do programa de observação da Terra da União Europeia em parceria com a Agência Espacial Europeia, o Copernicus.

O D28 tem cerca de 210 metros de espessura e contém 315 bilhões de toneladas de gelo, informou a glaciologista Helen Amanda Fricker, professora do Instituto de Oceanografia Scripps da Universidade da Califórnia.

“Os números são expressivos, mas a produção de icebergs faz parte do ciclo normal das plataformas de gelo, que são uma extensão da calota”, disse Fricker.

“As plataformas de gelo precisam perder massa porque ganham massa, elas querem manter o mesmo tamanho.”

O ganho de massa vem da neve que cai continente e das geleiras que se movem lentamente em direção à costa. Segundo reportagem da BBC, é o maior iceberg produzido pela Amery em 50 anos.

O leste da Antártida, onde o D28 se rompeu, tem características diferentes do oeste do continente e da Groenlândia, que estão se aquecendo rapidamente por causa das mudanças climáticas.

“É realmente importante que o público não fique confuso e pense que isso é mudança climática“, declarou Fricker.

Um iceberg três vezes maior se rompeu na Antártida há dois anos, segundo ela, o que na época provocou pânico.

Um iceberg três vezes maior se rompeu na Antártida há dois anos, segundo ela, o que na época provocou pânico.

“É uma linha tênue, porque definitivamente não queremos que as pessoas pensem que a mudança climática não está acontecendo”, acrescentou a glaciologista.

Antes e depois do desprendimento do iceberg
O tuíte do Copernicus mostra duas imagens capturadas e processadas pelo satélite Sentinel 1. Na primeira, de 20 de setembro, é possível ver uma rachadura em Amery.

Na segunda, registrada cinco dias depois, o iceberg já está completamente separado da plataforma de gelo.
Copernicus também explicou que a extensão do gelo no Ártico, no Hemisfério Norte, durante o verão, é “um dos principais e mais sensíveis indicadores da mudança climática” e que o mínimo anual ocorre em setembro.

Segundo o programa, essa extensão neste ano “foi uma das mais baixas já observadas”.

Vua- Metrópoles

Policia investiga assassinato de dentista no centro do Rio

A Delegacia de Homicídios da Capital investiga a morte de um dentista no Centro do Rio na última sexta-feira (27). Ele foi esfaqueado no fígado e no coração, segundo o cunhado da vítima.

Cláudio Oliveira de Barros, de 53 anos, saiu do consultório, na Av. Almirante Barroso, por volta das 12h30, e não voltou mais. Ele não levou o celular nem a carteira com os documentos. O corpo dele foi encontrado na noite de sexta, na Praça Mauá.

“Ele era uma pessoa do bem, não era envolvido com droga, jogo, nada. Ele era um dentista que saiu para almoçar e não voltou mais. A gente não tem a menor ideia do que aconteceu”, disse o cunhado.
Últimos passos
A última pessoa a ver o dentista foi o porteiro do prédio onde fica o consultório, segundo o cunhado.

A família diz que só se deu conta do desaparecimento de Cláudio na noite de sexta-feira. Parentes fizeram apelos nas redes sociais para descobrir o paradeiro do dentista, mas só na tarde deste sábado (28) chegou a notícia: o Instituto Médico Legal (IML) informou à família que havia recebido um corpo com as mesmas características físicas do dentista.

“Ele foi encontrado na noite de sexta, mas como estava sem documento e sem nada, ninguém entrou em contato com a família. Ele foi encontrado na Praça Mauá”, informou o cunhado.
Cláudio deixou uma esposa e duas filhas, estudantes de medicina de 23 e 21 anos. Ele era proprietário do consultório e oficial da Marinha do Brasil.

O enterro do dentista aconteceu neste domingo (29) no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária do Rio.

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/09/30/policia-investiga-assassinato-de-dentista-encontrado-morto-no-centro-do-rio.ghtml?fbclid=IwAR3GxTCo4NazpKly6nMUZuPchAc9cGaqJIP3MLWBqW5saOlsgbQacWytzz4

VÍDEO: Menina autista brutalmente assassinada por garoto de 12 anos no Brasil


O corpo da criança foi encontrado neste domingo (29), no Parque Anhanguera.

Segundo a apuração do G1, o boletim da ocorrência do homicídio consta que o corpo “estava amarrado por uma corda em um tronco de árvore e estava de pé (não suspenso), ou seja, os pés encostavam no chão.

Trajava um conjuntinho rosa e estava descalça”.
O documento detalha ainda o estado do corpo da vítima: “ostentava diversos ferimentos na região da face, dificultando, inclusive, a sua identificação por reconhecimento fotográfico.
Alguns ferimentos no ombro direito e escoriações diversas nos braços e pernas, bem como um sulco aparente no pescoço provocado pela corda amarrada.”

Segundo a família, Raíssa era autista e não falava com estranhos. A polícia não exclui a possibilidade de um terceiro envolvido, pois, durante uma crise, ela talvez tivesse mais força que um menino de 12 anos.

Nenhuma arma foi encontrada no local do crime, mas a investigações indicam que o objeto utilizado tenha sido um pedaço de madeira.

GAROTO SOLITÁRIO.

Além de não mostrar arrependimento e ser frio, segundo colegas de escola, o menino é solitário, não anda em grupo e não tem muitos amigos.

Além disso, ele costumava ameaçar apenas as meninas da escola, nunca os meninos. A mãe diz que não percebeu mudança no comportamento do filho.

No dia do crime, Raíssa estava em uma festa dentro do Centro Educacional Unificado (CEU) no Parque Anhanguera, na Rua Pedro José de Lima, número 1020, quando desapareceu.

Durante a festa, a menina estava na fila do pula-pula, quando a mãe foi buscar pipoca para o irmão.

Por volta das 14:00, um jovem que caminhava dentro do Parque Anhanguera encontrou Raíssa. O corpo foi encontrado a cerca de 3.4 km de distância do CEU.
O adolescente de 12 anos que aparece no vídeo ao lado de Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, confessou ter assassinado a menina autista na madrugada desta terça-feira (1º).

A polícia contou que ele não quis revelar a motivação do crime. As informações são do G1 São Paulo

O adolescente comunicou às equipes de Vigilância do Parque Anhanguera que havia encontrado um corpo pendurado uma uma árvore na área restrita aos funcionários do parque.

Ele passou pelo local para encurtar o caminho, quando avistou o cadáver. A Guarda Civil Metropolitana foi acionada pela Vigilância do parque.

A aproximadamente 500 metros do cadáver havia manchas de sangue, um par de chinelos, um saco plástico pequeno e transparente e uma capa de tecido sintético (TNT) grande e vermelha foram encontrados.

O caso foi registrado no 33° Distrito Policial e foi encaminhado ao Delegacia de Homicídios E Proteção à Pessoa (DHPP) para investigação.

Raissa e o adolescente na festa

Novo registro mostra Raíssa ao lado do adolescente de 12 anos.

A justiça determinou a apreensão do adolescente que, desde o início, era considerado o principal suspeito do crime.

De acordo com a apuração do G1, o adolescente confessou o homicídio acompanhado dos pais.

Os agentes o descreveram como um garoto frio e que só respondia às perguntas com ‘sim’ e ‘não’.
Ainda segundo a apuração do G1, os amigos da família relataram que os dois eram muito próximos e que a mãe de Raíssa levou o garoto para um culto em uma igreja evangélica junto com a família.

Eles eram vizinhos. A menina fazia tratamento para autismo há um ano.

O corpo da criança foi encontrado neste domingo (29), no Parque Anhanguera.

Segundo a apuração do G1, o boletim da ocorrência do homicídio consta que o corpo “estava amarrado por uma corda em um tronco de árvore e estava de pé (não suspenso), ou seja, os pés encostavam no chão.

Trajava um conjuntinho rosa e estava descalça”.

O documento detalha ainda o estado do corpo da vítima: “ostentava diversos ferimentos na região da face, dificultando, inclusive, a sua identificação por reconhecimento fotográfico.

Alguns ferimentos no ombro direito e escoriações diversas nos braços e pernas, bem como um sulco aparente no pescoço provocado pela corda amarrada.”

A polícia civil ainda investiga a causa da morte da criança, pois somente o laudo poderá apontar se ela morreu por asfixia ou por violência sexual.
Depoimentos conflitantes
Primeiramente, ele chegou a confessar a mãe que matou a menina, mas, ao chegar na delegacia, ele disse que foi ameaçado por um homem de bicicleta por uma faca e foi obrigado a ajudar a matar a criança.
Na madrugada desta terça-feira (1º), ele confessou o crime aos agentes policiais.

Ele deve ser encaminhado a uma das unidades da Fundação Casa, instituição que tem como objetivo recuperar menores infratores.

https://www.ibahia.com/brasil/detalhe/noticia/adolescente-de-12-anos-confessa-ter-assassinado-menina-autista-diz-policia/

COBRADOR DE ÔNIBUS MORTO A TIROS DENTRO DE CARRO DE APLICATIVO NO MAREX

Por volta das 06:00 de terça-feira 1° de outubro, elementos num automóvel Gol preto emparelharam um carro de aplicativo Onix prata, na avenida Julio Cesar, em frente a praça do Marex, em Belém.

E segundo informações, os elementos disparam cerca de 30 tiros no carro de aplicativo, onde estava um passageiro que seria o alvo dos atiradores.

O passageiro que era cobrador de ônibus, foi baleado, socorrido para a UPA da Sacramenta, onde não resistiu e foi a óbito.

Não temos informações, se o motorista foi atingido por algum disparo ou sofreu algum ferimento.

Via- Henrique Alves

Planalto monta central para identificar “fake news” nas redes sociais

Cerca de 50 pessoas monitoram o que viraliza e pode atingir o governo.

OPalácio do Planalto montou uma central para identificar “fake news” nas redes sociais.

Um grupo de cerca de 50 pessoas trabalha na Presidência e no Bloco A da Esplanada dos Ministérios no monitoramento do que viraliza na internet e pode atingir o governo.

Sugestões de contra-ataque são repassadas para contas oficiais do palácio no Facebook, no Twitter, no Instagram e no YouTube.

A equipe formada por profissionais de comunicação “monitora” e “toma o pulso” das redes sociais durante todo o dia, mas só responde e se posiciona em temas que o Planalto considera estar sendo atacado institucionalmente.

O objetivo do grupo, segundo uma fonte da área, é “dar uma resposta oficial, despida de qualquer agressividade”.

A mesma fonte lembrou que o embate político-ideológico, no entanto, fica a cargo do perfil pessoal do presidente, se este assim decidir.

O carro-chefe da campanha de respostas e publicações do governo nas redes sociais é a conta @Secomvc, criada em 22 de agosto em diversas plataformas.

Os “posts” funcionam como boletins institucionais, evitando confronto direto com oposicionistas ao Planalto.

A linha de montagem das reações do governo a informações tidas como “fake news” começa com os funcionários do “QG” do Bloco A da Esplanada, passa pela chefia da Secretaria de Comunicação, no segundo andar do Planalto, e, em alguns casos, chega ao presidente Jair Bolsonaro, que dá o tom das respostas.

Apesar de um dos objetivos deste núcleo oficial do governo ser o combate a informações distorcidas, ele nada está vinculado ao grupo ideológico ligado ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), o filho 02, que comanda as mídias sociais pessoais do pai, e que foi batizado como “gabinete do ódio”, por causa do estilo beligerante que adota em suas postagens, muitas sob a inspiração do escritor e guru Olavo de Carvalho.

A mais ativa presença do governo é no Twitter, onde a conta @Secomvc tem número de maior de seguidores (28,8 mil) do que em outras redes.

Em média, são feitos, diariamente, entre 10 e 12 posts informativos no canal, e um volume maior de pequenas interações com internautas, como comentários com “figurinhas” de um punho fechado ou da bandeira do Brasil. Ao todo, são mais de 2.460 tuítes em pouco mais de 1 mês.

Desde a criação dos canais, houve uma grande interação nas redes sociais na polêmica de desmatamento e queimadas na Amazônia, que foi abordada até por veículos internacionais.

Já no dia da sua estreia, a Secom rebateu o jogador de futebol português Cristiano Ronaldo, que usou uma foto de 2013 para denunciar incêndios que ocorrem na floresta amazônica. “Muita gente, inclusive famosa, está caindo em fake news! A desinformação está grande, mas estamos aqui para combatê-la.

A foto é de um incêndio ocorrido no Rio Grande do Sul. Em março de 2013! Não pode ser usada pra falar da Amazônia
É fake news! Que bola fora, hein, @Cristiano”, escreveu o perfil @Secomvc. E assim se repetiu o contraponto, inclusive com resposta em francês ao presidente Emmanuel Macron.

O pessoal do gabinete do @Secomvc apenas acompanhou a polêmica causada pelo filho 03, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que publicou na semana passada no seu Twitter uma foto adulterada da ativista sueca Greta Thunberg, de 16 anos, que ganhou notoriedade mundial por seu posicionamento contra o aquecimento global, mas não fez nenhuma intervenção.

A Secretaria de Comunicação do Planalto informou que a multiplataforma SecomVC é um canal com objetivo também de estimular a interação da população com o governo por meio de sugestões, comentários e mensagens.

A própria página do Twitter diz “aqui vamos manter diálogo direto e combater às fake news”.

A equipe de comunicação do Planalto aposta na página “SecomVc” para rebater o que o governo considera Fake News. Depois de lançar a campanha “#AmazôniaSemFake”, mais recentemente, a conta endossou a retórica bolsonarista na Assembleia-Geral da ONU.

“O presidente @jairbolsonaro mostrou que, ao se afastar do socialismo, o Brasil possibilita um maior combate à corrupção.

#BrasilnaONU”, escreveu no Twitter.
A Secom não confirma o número de pessoas que atuam nas redes sociais oficiais do governo, aí incluindo o gabinete digital e o pessoal das agências de publicidade que têm contrato com o Planalto.

As agências Isobar e TV1 produzem conteúdo para mídias sociais do Planalto.

Os contratos foram firmados em 2015 e atualizados ano após ano. O governo Bolsonaro reajustou o valor que cada empresa deve receber: primeiro, de R$ 44 milhões para R$ 33 milhões anuais.

Em abril, novo aditivo derrubou a cifra para R$ 26 milhões.
Filhos de Bolsonaro acompanham trabalho da CPI da Fake News.

Ao mesmo tempo em que uma equipe monitora a disseminação de fake news nas redes, no Congresso os filhos parlamentares de Bolsonaro acompanham o trabalho da CPI da Fake News, que reúne deputados e senadores. Desde o início, a criação da comissão foi vista com ressalvas por governistas.

No fim de semana, o deputado Eduardo Bolsonaro externou o que considera ser o real motivo da CPI. “Pouco importa a realidade, eles vão botar no relatório que Bolsonaro foi eleito com base em fake news e então protocolarão um pedido de impugnação de JB (Jair Bolsonaro) no TSE e de impeachment na Câmara, que ficará a cargo do presidente Maia iniciar ou não”, escreveu Eduardo na sua conta do Twitter.

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) pediu para fazer parte do colegiado e tem marcado presença as reuniões do grupo. No último dia 10, questionou qual seria o fato determinado para a criação da CPI. Na sua avaliação, não existe esse fato.

O presidente da comissão, senador Angelo Coronel (PSD-BA), argumentou que a pauta da CPI é clara e tem como objetivo “investigar ataques cibernéticos que atentam contra a democracia”. Flávio respondeu: “Totalmente amplo, não é?”

Via- Metrópoles

HOMEM AINDA NÃO IDENTIFICADO RECORRE AO SUICÍDIO DENTRO DE IGREJA EM BACABAL MA

Uma cena chocante marcou a manhã desta segunda-feira (30/09), em Bacabal.

Um homem ainda não identificado recorreu ao suicídio na manhã desta segunda-feira (30/09).

A vítima usou uma corda para tirar a própria vida e o local foi uma Igreja da Assembleia de Deus, na Rua Djalma Dutra, no bairro da Areia.

O templo passa por reforma e a vítima aproveitou a ocasião para entra sem ser percebido e se matar.

De acordo com informações, ele andava para cima e para baixo com a corda que ele usou para se enforcar.

A polícia acredita que o mesmo tinha problemas de depressão.

Via- Henrique Alves

FESTA DA JUÇARA – LEI N° 5.937 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2014 (AUTORIA DO VEREADOR PAVÃO FILHO )

A tradicional Festa da Juçara, realizada há 50 anos no Parque da Juçara localizada no Maracanã.

E que foi incluída no Calendário Cultural e Turístico da Cidade de São Luís, pela LEI N° 5.937 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2014 DE AUTORIA DO VEREADOR PAVÃO FILHO.

Para o Vereador Pavão Filho, é uma honra ser o autor da Lei, que incentiva essa Festa Cultural em nossa capital.

Evento que conta com a participação da população e turistas de outros estados brasileiros e de outros países.

E tornando assim conhecida a gastronomia de São Luís, estimulando, a participação de organizações comunitárias, culturais, religiosas.

É um evento importante para a nossa Cidade, pois fortalece a cultura de São Luís, e é uma fonte de geração de renda para dezenas de famílias.

Ascom