De acordo com as informações, Rafael sofreu um enfarte fulminante pela manhã em Marechal Cândido do Rondon (34 km de Maripá), onde morava com a esposa.
Ele estava em casa e passou mal após o café da manhã, a companheira acionou o SAMU, mas socorristas não tiveram tempo de salvá-lo.
Durante o velório do filho em Maripá, a mãe de Rafael se sentiu mal. Ela foi levada ao Pronto Atendimento (PA) de Maripá
A equipe prestou socorro, mas ela também enfartou e morreu após tentativas de reanimação.
Vanesia era comerciante em Maripá. A morte de mãe e filho abalou a pequena cidade com 5,8 mil habitantes.
Um crime brutal ocorrido na noite de terça-feira 17/03, chocou o município de Itapecuru-Mirim, a 108 km de São Luís. Uma adolescente, de 17 anos, foi vítima de um feminicídio.
A vítima foi identificada como Kailane Nascimento de Araújo, ela foi esquartejada e queimada.
Vizinhos informaram a polícia que ouviram uma discussão na residência na noite anterior e hoje Kailane não tinha sido vista.
Após averiguação, na quarta-feira 18/03, no imóvel já desocupado, foi encontrada ossada humana na geladeira e sinais de uma fogueira.
Foram feitas buscas pelo suspeito, que era companheiro da vítima. Ele foi preso na estrada entre Itapecuru-Mirim a Miranda e confessou o crime.
O crânio da vítima ainda não foi localizado pela polícia.
Na manhã desta terça feira(16), uma manifestação parou a BR/135 na área da Estiva.
Alunos e moradores protestaram pelas péssimas condições de acesso em algumas localidades na zona rural da grande São Luís.
A presença do secretário da Semosp- *António Araújo* foi exigida, o qual esteve presente e visitou vários locais apontado pelos manifestantes, entre eles, integrantes do grupo *Astro Rural*, como crônicos.
O secretário se comprometeu a enviar máquinas para área hoje, o que de fato aconteceu. O trabalho foi acompanhado no *Coqueiro* pela equipe *Astro Rural*.
Uma equipe de engenheiros já se encontra no local, efetuando os reparos necessários.
Na manhã desta terça-feira (17), o teto do Hospital Dr. Odorico Amaral de Matos, mais conhecido como Hospital da Criança, localizado no bairro da Alemanha em São Luís, desabou.
De acordo com as informações iniciais, parte do forro do teto acabou caindo sobre duas crianças, no entanto, em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou que ninguém se feriu.
Ainda segundo a nota, uma equipe de engenheiros já se encontra no local, efetuando os reparos necessários.
Confira na íntegra:
A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informa que uma equipe da Engenharia já está no Hospital da Criança, efetuando os reparos necessários em parte do forro do setor de observação, que cedeu nesta manhã, e reforçando a estrutura de cobertura do hospital. A Semus esclarece que nenhum paciente ou acompanhante foi atingido.
Motins teriam sido motivados pela proibição do governo à saída de detentos do regime semiaberto em razão do avanço do coronavírus.
Presos de cincopenitenciáriaspaulistas se rebelaram nesta segunda-feira, 16, em Mongaguá (Baixada Santista), Taubaté, Tremembé (ambas no Vale do Paraíba), Porto Feliz e Mirandópolis (interior de São Paulo), segundo informações de sindicatos dos agentes penitenciários.
No presídio do litoral, centenas de detentos fugiram e oito agentes foram feitos reféns.
As unidades são destinadas a quem cumpre pena no regime semiaberto – ou seja, tem direito a seis “saidinhas” por ano.
Os presos ficaram sabendo hoje que não poderiam ser liberados para a saída de Páscoa, antecipada por algumas penitenciárias neste ano.
O veto foi decidido pela Justiça de São Paulo, a pedido do governo paulista, como medida para conter o avanço do coronavírus.
“São saídas temporárias que agora estão em outra data. Foi recebido o informe hoje nas unidades que eles não iriam sair amanhã. E aí se deu o início de todos esses tumultos nas cadeias”, disse Antônio Ramos, presidente do sindicato dos agentes de escolta e vigilância de São Paulo.
“Muitos já estavam preparados. Aí ficaram revoltados
. Imagina quando o governo proibir as visitas, o que já aconteceu em outros estados”, afirmou Fabio Jabá, presidente do sindicato dos funcionários do sistema prisional de São Paulo.
A Secretaria de Administração Penitenciária confirmou que houve rebeliões no estado, mas não especificou ainda em quais presídios. Há mais de 30.000 presos em regime semiaberto em São Paulo.
“Determino a suspensão da saída temporária agendada para o março de 2020, que deverá ser oportunamente remarcada pelos juízes corregedores dos presídios, por ato conjunto ou isoladamente, conforme os novos cenários e em melhor oportunidades”, diz a decisão judicial.
O juiz-corregedor Ricardo Anafe atendeu a um pedido do secretário de Administração Penitenciária, Nivaldo Restivo.
O juiz destacou que não se trata de supressão do direito à saída temporária, mas “tão somente visa resguardar a saúde coletiva da população carcerária neste momento crítico”. Parte dos presídios que entraram em rebelião são dominados por integrantes de facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC). “Nada quebra sem as ordens deles”, disse Jabá.
Na manhã deste domingo (15), um grave acidente envolvendo uma caminhonete modelo Toyota Hilux, de cor branca, tirou a vida do conhecido médico Dr. Jose Manoel na BR-222, próximo ao povoado II Núcleo, no município de Buriticupu, no estado do Maranhão.
De acordo com as primeiras informações , Dr. José Manoel perdeu o controle do veículo na pista escorregadia, capotou e morreu no local.
O caso chocou os moradores da região de Buriticupu, onde o médico trabalhava e era muito querido e respeitado por todos.
Dr.José Manoel viajava de Santa Luzia para Buriticupu quando sofreu o trágico acidente de carro. Segundo Informações extraoficiais, a esposa do médico viajava com ele, mas até o momento não foi divulgado o estado de saúde dela. Aguardem mais informações. .
Neste sábado (14), por volta das 11h30, a Polícia Militar de Poção de Pedras conduziu dois indivíduos acusados de atuarem em diversos arrombamentos pelo município.
O homem identificado como Edinho e uma menor infratora de iniciais A.S.F. foram localizados e presos numa residência da Rua Brilhante.
Os dois são apontados como autores do infame arrombamento ocorrido numa oficina de motos no último dia 28 de fevereiro.
Na ação criminosa, eles chegaram a atear fogo no estabelecimento, causando danos irreparáveis.
Nos últimos dias, vários casos de arrombamento vem sendo feitos pelo casal, o último deles ocorrido nesta madrugada num estabelecimento localizado na Av. Santa Maria, no Centro de Poção de Pedras. Eles foram flagrados por câmeras de segurança durante a ação.
Na residência da dupla foram encontrados diversos materiais oriundos de furtos, incluindo 3 notebooks, 3 carregadores, 1 celular e 1 tablet.
Os dois foram conduzidos à 14ª Delegacia Regional de Pedreiras para que sejam tomadas as medidas cabíveis. A Polícia Militar de Lago da Pedra segue reforçando suas ações para prevenir outras ocorrências do tipo no município.
Uma estudante de 15 anos foi apreendida como suspeita de matar Emanuelle Souza Batista, de 14 anos, com 35 facadas e incinerar o corpo dela em um parque de Rio Verde, região sudoeste de Goiás.
Segundo o titular da Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai), Danilo Fabiano, a adolescente confessou o ato.
“A motivação principal é que a vítima falava mal dela nas redes sociais. Ela atraiu a menina com a promessa de achar droga escondida na mata”, relata o delegado.
Nós não conseguimos localizar a defesa da adolescente.
O delegado explica que a família não constituiu um advogado até a publicação desta reportagem e não divulgou o contato da mãe da estudante, que a acompanhou durante o depoimento.
A família de Emanuelle registrou o desaparecimento dela em 14 de janeiro deste ano. O corpo foi encontrado queimado dois dias depois, no Bairro Veneza.
A vítima e a suspeita frequentavam a mesma escola. A apreensão da adolescente ocorreu na terça-feira 10/03, na residência onde mora com a mãe. Segundo o delegado, a Justiça decretou internação provisória de 45 dias para a adolescente.
Silvana de Souza foi derrubada com o rosto no chão e quebrou a perna: ‘me trataram como lixo’; ação policial foi gravada com um celular
Dois dias e meio no hospital, fratura na fíbula e na tíbia, uma cirurgia, 13 pinos, uma platina, o rosto marcado e machucado e, talvez, mais uma cirurgia no tendão.
A costureira Silvana de Souza, 39 anos, nunca mais vai esquecer o dia 19 de fevereiro, quando foi jogada no chão do terreno em frente a sua casa pela Polícia Militar de Santa Catarina.
A ação foi filmada por celulares de testemunhas e divulgada na terça-feira 10/03, mas o caso aconteceu há quase um mês, em Mafra, no Planalto Norte do estado.
O vídeo mostra o momento em que Silvana está sendo conduzida e, de repente, leva uma rasteira e é jogada no chão.
Tatiana de Souza, irmã de Silvana, gravou as imagens que mostram a costureira com o rosto machucado, sangrando e a fratura exposta na perna. “Ele quebrou minha perna”, gritava Silvana.
A costureira estava em casa com a mãe quando, por volta das 18:30 daquela quarta-feira, policiais passaram em alta velocidade em direção à casa dos fundos.
A ação, inicialmente, era uma perseguição ao vizinho de Silvana, que estaria pilotando uma moto com a placa adulterada.
A movimentação incomum no bairro Novo Horizonte, na zona rural do município, chamou a atenção da vizinhança que foi tratada com truculência.
Tatiana conta que os policiais logo partiram pra cima dos moradores, inclusive da sua família, com gás pimenta. Ao questionar a ação, o marido foi ameaçado de prisão.
“Entraram na minha casa, com arma apontada, espirrando gás pimenta até nas crianças, com arma apontada. O meu menor, de quatro anos, não pode escutar uma sirene e já pergunta se é sirene, se é polícia, está traumatizado”, conta.
Foi neste momento que Silvana, que mora ao lado com a mãe, chegou para saber o que estava acontecendo. “Vi um monte de PM, as crianças com os olhos vermelhos, minha irmã, meu cunhado e fui perguntar.
Já fui abordada por um policial com spray de pimenta. Eu comecei a discutir com o policial porque achei abuso de autoridade.
A ocorrência não tinha nada a ver com a gente e já entraram no nosso terreno com violência, apontando arma pra todo mundo”, conta.
Segundo delegada, mãe diz que marido se irritou com o choro da filha e bateu a cabeça dela na cama.
Exames de raios-x mostram múltiplas fraturas pelo corpo da bebê, em Trindade — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
A bebê que sofreu ao menos 12 fraturas e diversas queimaduras pelo corpo morreu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do Hospital Materno Infantil (HMI), na manhã desta terça-feira (10).
A criança era filha de um casal de maranhenses que possuem parentes em Codó.
Os pais estão presos suspeitos de cometer o crime contra a filha. Segundo exames realizados pela Polícia Técnico-Científica (PTC), acriança sofria espancamentos de forma “repetida e contínua”.
O G1 MA não conseguiu localizar a defesa do casal até a última atualização desta reportagem.
O caso
A mãe levou a bebê a um posto de saúde no Setor Laguna Park, em Trindade, na quinta-feira (5). De lá, a unidade encaminhou a criança ao HMI, onde a médica suspeitou de maus-tratos e chamou a polícia.
Os pais foram presos na sexta-feira (6) suspeitos, na ocasião, de tentativa de homicídio contra a criança. Na ocasião, o pai, de 24 anos, negou as acusações. Já a mulher, de 18, alegou que tentou proteger a filha, mas que o marido puxou as pernas e braços com força e bateu a cabeça da menina na madeira da cama. “A mãe tinha o dever de garantir segurança a essa criança. Ela não fez nada. Percebemos que esse casal não tinha nenhum tipo de amor por essa criança”, afirmou a delegada. Divulgado na segunda-feira (9), o laudo assinado por um médico legista da PTC informa que a criança sofreu múltiplas lesões e hematomas na cabeça e pelo resto do corpo oriundos de agressão física, além de queimaduras em várias fases de evolução.
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