A Lei 5.782 de 21 de agosto de 2013, estabelece a veiculação de campanhas educativas e divulgação de fotos de pessoas desaparecidas na Cidade de São Luís.
Nos carnês de IPTU, devendo constar foto e nome dos desaparecidos, além de mensagens educativas de combate as drogas e de doenças sexualmente transmissíveis.
De acordo com a Lei, a Prefeitura de São Luís, disponibilizará telefone fixo 0800, para coletar informações das pessoas que forem localizadas a partir da divulgação de suas fotos.
Para o Vereador Pavão Filho autor da Lei, a publicidade das fotos de pessoas desaparecidas é de vital importância.
Pois aumenta as chances de encontrar os desaparecidos, minimizando o sofrimento de dezenas de famílias que convivem com esse drama.
E combatendo ainda a violência, o tráfego de pessoas e o uso indevido das drogas.
Carreta cai da ponte da Estiva na entrada de São Luís, por meio de nota, Polícia Rodoviária Federal, confirma o acidente.
Por volta das 2h da madrugada de domingo (06), de outubro, no km 24,6 da BR-135, na entrada de São Luís, ocorreu um grave acidente com uma carreta vermelha, que transportava milho para São Luís, trafegando, portanto, no sentido decrescente da via.
Acidente por volta das 3:40 h de hoje, na ponte do Estreito dos Mosquitos, sentido Bacabeira – São Luís, com uma carreta bitrem carregada de milho.
O motorista, Sr Ronaldo Marinho de Oliveira, ficou preso nas ferragens até as 07:30 h.
A dificuldade no desencarceramento se deu em razão do terreno (lama do manguezal).
O Motorista passa bem e foi levado ao pronto socorro por uma ambulância do Corpo de Bombeiros.
Outra preocupação relativa a retirada da vítima era com a enchente da maré, com preamar prevista para meio dia, graças a Deus conseguimos retirá – la bem antes.
As primeiras informações colhidas pela equipe PRF que atendeu a ocorrência e repassadas ao Núcleo de Comunicação Social da PRF.
E dão conta que a combinação de veículos entrava na Ilha, subiu a ponte Marcelino Machado.
E quando estava descendo, o veículo derrubou a defensa e caiu entre as duas pontes do Estreito dos Mosquitos ficando na lama embaixo da outra ponte, do sentido crescente.
Equipes da PRF, do corpo de bombeiros e do SAMU foram deslocadas e até as 8h da manhã ainda não haviam conseguido retirar o condutor devido às difíceis condições do terreno (que afunda) e do espaço para trabalhar.
O motorista está consciente, mas as pernas dele estão fraturadas e presas nas ferragens.
Ele foi medicado enquanto as equipes atuam na retirada dele.
Ele aparentemente não corre risco de morrer, porém, não é descartado o risco de amputação de uma das pernas devido a instabilidade do terreno, que afunda, e a oscilação da maré.
O sentido decrescente ficou totalmente bloqueado por algumas horas devido ao milho derramado sobre a ponte.
Os agentes da PRF com a ajuda de usuários da rodovia conseguiram retirar o milho e liberar a via parcialmente.
A Polícia investiga as causas do acidente. Mas a princípio o condutor teria dormido ao volante, vez que não foram encontradas marcas de frenagem na ponte.
Outras informações e atualizações sobre o ocorrido poderão ser divulgadas a qualquer momento pela PRF.
Esta edição foi fechada as 8h10 da manhã de domingo.
Uma surpresa de aniversário acabou em morte na cidade de Gulf Breeze, Flórida, Estados Unidos.
Christopher Bergan, 37 anos, morava na Noruega e decidiu ir até o estado norte-americano para comemorar os 61 anos do padrasto, Richard Dennis.
Ao chegar na casa, ele se escondeu atrás de uma porta.
Quando Richard chegou em casa, Christopher ouviu um barulho de uma porta e foi aí que o rapaz pulou para parabenizá-lo.
No entanto, o aniversariante se assustou, sacou a arma e atirou no enteado, pois achou que era um assaltante.
O tiro acertou no coração de Christopher, que morreu na hora. “Nossas investigações revelaram que foi um total acidente.
É uma ocorrência muito triste e não foi feita nenhuma ocorrência sobre o caso”, disse Bob Johnson, chefe de polícia do condado de Santa Rosa em coletiva de imprensa.
Suspeito de cometer o crime era vizinho dela; ele se suicidou um dia após o desaparecimento de Maria.
Um encontro marcado através das redes sociais terminou em um homicídio seguido de suicídio em Olho D’Água Grande, no interior de Alagoas.
O corpo da jovem Maria Carla Lucas da Silva, de 18 anos, que estava desaparecida desde a segunda-feira (30), foi encontrado em uma cova rasa no Sítio do Meio.
O suspeito de ter praticado o crime foi encontrado enforcado dentro de casa, na manhã de terça-feira (1º).
De acordo com o delegado Everton Gonçalves, o suspeito se passava por um jovem que se chamava Yuri, também de 18 anos.
Eles conversavam através do Facebook há algum tempo.
“Eles marcaram um encontro e ela não retornou mais para casa. A possibilidade é de que, ao chegar no local, ela tenha visto que não se tratava de Yuri, e sim do vizinho, um homem de 32 anos, identificado como Lilo”, contou.
A suspeita da polícia se deu após um processo de investigação, onde foi quebrado o sigilo das trocas de mensagens entre ambos.
Ela estava sem roupas. Mas, o delegado não soube informar se houve violência sexual.
Os Institutos Médico Legal (IML) e de Criminalística (IC) foram acionados para a realização da perícia – que deve esclarecer as causas da morte e se a vítima foi violentada sexualmente -, e para o recolhimento do corpo.
A polícia localizou a cova, onde Maria Carla estava enterrada, a cerca de 200 metros de onde a jovem morava com os pais e os irmãos, nesta quinta-feira (3).
Homem de 27 anos tentou invadir o sítio onde ela mora com a família no interior de Mato Grosso.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL)comentou o caso em que uma menina de 12 anos deu tiros de espingarda em um homem de 27 anos que tentou invadir o sítio onde ela mora com a família no interior deMato Grosso, no último fim de semana.
O assunto foi um dos temas abordados na transmissão ao vivo pelo Facebook da noite desta quinta-feira (03/10/2019). Ao responder a uma pergunta repassada por auxiliares no momento dalive, o presidente foi ponderado, dizendo que não tinha conhecimento aprofundado sobre o caso, mas aprovou a atitude da criança.
“Se for verdade isso aqui, ela fez certo”, afirmou. “Com toda certeza, esse malandro que pulou no sítio ia fazer uma maldade com ela”, avaliou Bolsonaro. O caso aconteceu na zona rural de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá.
Segundo o portal G1, ameninahavia pedido para o homem, no portão da residência, que não entrasse.
Ele ignorou o pedido e foi atingido por dois tiros: um no braço e outro no abdômen.
O suposto invasor se identificou como garimpeiro e disse que conhecia o pai da criança. Aospoliciais, ele relatou que entraria na propriedade para tomar um banho.
Uma das promessas de campanha de Jair Bolsonaro é a flexibilização do porte e da posse de armas.
Recentemente, no dia 17 de setembro, ele sancionou uma lei que estende a posse de armas em propriedades rurais.
Por iniciativa do presidente Osmar Filho (PDT), a Câmara Municipal de São Luís prestou homenagem, durante sessão solene realizada no Plenário Simão Estácio da Silveira.
Nesta quinta-feira (03), aos 50 anos da tradicional Festa da Juçara, realizada todos os anos no bairro do Maracanã.
“A Festa da Juçara todos conhecem. É uma festa tradicional, que há cinco décadas movimenta a economia criativa de São Luís.
Com a geração de empregos diretos e indiretos não só na área do Maracanã, mas todo o seu entorno”, disse Osmar Filho.
Lembrando ainda do papel cultural e turístico que o evento ocupa no calendário da cidade.
Para a presidente da Associação dos Amigos do Parque da Juçara, Mayara Marques, este é um momento de gratidão e felicidade para a comunidade.
“É uma homenagem não só para a Festa da Juçara, mas para a comunidade do Maracanã e da zona rural de São Luís.
Fica aqui registrado o meu agradecimento ao vereador Osmar por ter proposto esta homenagem nesta Casa que representa a população da cidade”, falou.
De acordo com o secretário municipal de Cultura, Marlon Botão, o reconhecimento proposto pelo Parlamento Ludovicense é extremamente justo.
E beneficia, principalmente, homens e mulheres que ajudaram e continuam ajudando a construir a cultura da capital maranhense.
A edição 2019 do evento será oficialmente aberta no domingo (06), a partir das 10h, no Parque da Juçara.
Terá programação diversificada, com apresentações de grupos culturais, como Bumba-Meu-Boi e Tambor de Crioula, além de parque de diversão.
Feira de artesanato e barracas para venda de comidas típicas e, claro, de polpa da juçara que será servida com seus acompanhamentos tradicionais como o camarão, peixe frito e carne seca.
Criada pelo amor da professora Rosa Moche ao meio ambiente e à cultura local, a festa vem sendo realizada sempre no mês de outubro.
Nos quatro domingos, que é quando a juçara está mais madura e abundante no Maracanã e em toda a cidade.
Logo nos primeiros anos de sua criação, transformou-se em uma festa popular.
Onde as pessoas a frequentavam pelo prazer de saborear, na mais autêntica de nossas tradições de preparo, esta fruta tão apreciada pelos maranhenses e por todo o país.
Também participaram da sessão solene o secretário de Estado do Turismo, Catulé Júnior;
Os vereadores Natos Júnior (PP), Pavão Filho (PDT), Paulo Victor (PTC) e Antônio Garcez (PTC); além de representantes do bairro e da cultura de São Luís.
O corpo da criança foi encontrado neste domingo (29), no Parque Anhanguera.
Segundo a apuração do G1, o boletim da ocorrência do homicídio consta que o corpo “estava amarrado por uma corda em um tronco de árvore e estava de pé (não suspenso), ou seja, os pés encostavam no chão.
Trajava um conjuntinho rosa e estava descalça”. O documento detalha ainda o estado do corpo da vítima: “ostentava diversos ferimentos na região da face, dificultando, inclusive, a sua identificação por reconhecimento fotográfico. Alguns ferimentos no ombro direito e escoriações diversas nos braços e pernas, bem como um sulco aparente no pescoço provocado pela corda amarrada.”
Segundo a família, Raíssa era autista e não falava com estranhos. A polícia não exclui a possibilidade de um terceiro envolvido, pois, durante uma crise, ela talvez tivesse mais força que um menino de 12 anos.
Nenhuma arma foi encontrada no local do crime, mas a investigações indicam que o objeto utilizado tenha sido um pedaço de madeira.
GAROTO SOLITÁRIO.
Além de não mostrar arrependimento e ser frio, segundo colegas de escola, o menino é solitário, não anda em grupo e não tem muitos amigos.
Além disso, ele costumava ameaçar apenas as meninas da escola, nunca os meninos. A mãe diz que não percebeu mudança no comportamento do filho.
No dia do crime, Raíssa estava em uma festa dentro do Centro Educacional Unificado (CEU) no Parque Anhanguera, na Rua Pedro José de Lima, número 1020, quando desapareceu.
Durante a festa, a menina estava na fila do pula-pula, quando a mãe foi buscar pipoca para o irmão.
Por volta das 14:00, um jovem que caminhava dentro do Parque Anhanguera encontrou Raíssa. O corpo foi encontrado a cerca de 3.4 km de distância do CEU. O adolescente de 12 anos que aparece no vídeo ao lado de Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, confessou ter assassinado a menina autista na madrugada desta terça-feira (1º).
A polícia contou que ele não quis revelar a motivação do crime. As informações são do G1 São Paulo
O adolescente comunicou às equipes de Vigilância do Parque Anhanguera que havia encontrado um corpo pendurado uma uma árvore na área restrita aos funcionários do parque.
Ele passou pelo local para encurtar o caminho, quando avistou o cadáver. A Guarda Civil Metropolitana foi acionada pela Vigilância do parque.
A aproximadamente 500 metros do cadáver havia manchas de sangue, um par de chinelos, um saco plástico pequeno e transparente e uma capa de tecido sintético (TNT) grande e vermelha foram encontrados.
O caso foi registrado no 33° Distrito Policial e foi encaminhado ao Delegacia de Homicídios E Proteção à Pessoa (DHPP) para investigação.
Raissa e o adolescente na festa
Novo registro mostra Raíssa ao lado do adolescente de 12 anos.
A justiça determinou a apreensão do adolescente que, desde o início, era considerado o principal suspeito do crime.
De acordo com a apuração do G1, o adolescente confessou o homicídio acompanhado dos pais.
Os agentes o descreveram como um garoto frio e que só respondia às perguntas com ‘sim’ e ‘não’. Ainda segundo a apuração do G1, os amigos da família relataram que os dois eram muito próximos e que a mãe de Raíssa levou o garoto para um culto em uma igreja evangélica junto com a família.
Eles eram vizinhos. A menina fazia tratamento para autismo há um ano.
O corpo da criança foi encontrado neste domingo (29), no Parque Anhanguera.
Segundo a apuração do G1, o boletim da ocorrência do homicídio consta que o corpo “estava amarrado por uma corda em um tronco de árvore e estava de pé (não suspenso), ou seja, os pés encostavam no chão.
Trajava um conjuntinho rosa e estava descalça”.
O documento detalha ainda o estado do corpo da vítima: “ostentava diversos ferimentos na região da face, dificultando, inclusive, a sua identificação por reconhecimento fotográfico.
Alguns ferimentos no ombro direito e escoriações diversas nos braços e pernas, bem como um sulco aparente no pescoço provocado pela corda amarrada.”
A polícia civil ainda investiga a causa da morte da criança, pois somente o laudo poderá apontar se ela morreu por asfixia ou por violência sexual. Depoimentos conflitantes Primeiramente, ele chegou a confessar a mãe que matou a menina, mas, ao chegar na delegacia, ele disse que foi ameaçado por um homem de bicicleta por uma faca e foi obrigado a ajudar a matar a criança. Na madrugada desta terça-feira (1º), ele confessou o crime aos agentes policiais.
Ele deve ser encaminhado a uma das unidades da Fundação Casa, instituição que tem como objetivo recuperar menores infratores.
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